Com 74.490,376 milhões de metros cúbicos, o que corresponde a 18,1% de sua capacidade, o açude Epitácio Pessoa em Boqueirão, está prestes a atingir o chamado volume morto. Segundo os especialistas, quando atingir esse volume, a água ficará imprestável para o consumo humano.
Em entrevista a Rádio Campina FM, o presidente da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), João Fernandes garantiu que mesmo que o manancial atinja o “volume morto”, que é a reserva de águas profundas das represas, a água do Boqueirão será apropriada para o consumo humano. A previsão para que o açude chegue a esse estado mais crítico é de dezembro deste ano para janeiro de 2016.
– Com certeza a água terá a mesma qualidade que tem hoje. Isso é um dever da Cagepa e terá a fiscalização da Aesa, Sudema e da própria sociedade – disse o presidente.
João Fernandes ainda desafiou as pessoas que estiverem duvidando da potabilidade da água para que encaminhem amostras a laboratórios por contra própria.
– Quem achar que a água está turva e duvidar da qualidade do líquido, tem que atestar a dúvida em laboratório – apontou.
O açude de Boqueirão é responsável pelo abastecimento de Campina Grande e mais 18 cidades da região. Construído pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs) há mais de 50 anos pelo , o açude tem capacidade para armazenar 411,686,287, mas atualmente, enfrenta uma das piores secas de sua história.
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