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Polícia Federal emite nota e contesta versão de Cícero

Neste domingo (21) o candidato Cícero Lucena (PSDB) destinou o seu guia eleitoral ao esclarecimento sobre a Operação Confraria da polícia Federal que na época culminou em sua prisão temporária. Depois da veiculação do guia, a Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal emitiu nota onde contesta a versão apresentada pelo tucano:

Confira a nota na íntegra:

A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal – Diretoria Regional da Paraíba –, com o intuito de aclarar a verdade sobre fatos apresentados à população durante o período eleitoral, vem a público esclarecer o que segue:

– O Dr. Gustavo Gominho não foi a Autoridade Policial responsável pelas investigações que resultaram na Operação Confraria.

– O Tribunal Regional Federal da 5ª Região, em razão das investigações desenvolvidas no bojo do Inquérito Policial nº 289/2005 – SR/DPF/PB, expediu mandados de prisão temporária em face de diversos investigados, dentre os quais o Sr. Cícero Lucena.

– O interrogatório do Sr. Cícero Lucena, decorrente de sua prisão temporária, foi presidido pela Delegada de Polícia Federal responsável pelas investigações, Drª Luciana Paiva, única Autoridade apta a emitir juízos de valor acerca de eventual recusa ou não do então investigado em colaborar com as investigações.

– O Sr. Cícero Lucena não foi transportado para o Centro de Ensino da Polícia Militar no carro particular do Dr. Gustavo Gominho, o que atentaria contra as normas internas do Departamento de Polícia Federal e revelaria tratamento anti-isonômico absolutamente incompatível com a atuação do órgão. Na verdade, o Sr. Cícero Lucena foi conduzido para o local em que ficou custodiado por ordem do Tribunal Regional Federal da 5ª Região em viatura da Polícia Federal descaracterizada.

– A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal, entidade associativa que congrega a maioria dos Delegados de Polícia Federal do Brasil, não participou de qualquer homenagem ao Sr. Cícero Lucena, e esclarece, ainda, que referida solenidade não teve conotação institucional, ou seja, não se trata de uma homenagem do Departamento de Polícia Federal.

– Por fim, a ADPF/PB lamenta o uso político de um trabalho investigativo estritamente técnico, que resultou em denúncia formulada pelo Ministério Público Federal contra 37 investigados.
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS DELEGADOS DE POLÍCIA FEDERAL
Diretoria Regional da Paraíba

PB Agora

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