A Associação dos Policiais Civis de Carreira da Paraíba (ASPOL/PB) divulgou nota à imprensa, na noite desta sexta-feira (12), comunicando a suspensão por 15 dias do movimento grevista iniciado em outubro.
Na nota, o presidente da Aspol/PB informa que a greve será interrompida a partir das 8h desta terça-feira próxima.
A paralização teve seu início logo após a aprovação da PEC 300 estadual na Assembleia Legislativa, prevendo a equiparação salarial dos policiais militares e bombeiros da Paraíba aos do Estado de Sergipe. A luta dos civis tem por objetivo conseguir que o mesmo privilégio seja dado à categoria.
Confira a íntegra da nota
‘NOTA OFICIAL
A Associação dos Policiais Civis de Carreira da Paraíba – ASPOL/PB, vem por meio desta COMUNICAR à população paraibana, à imprensa e a quem mais interessar possa, a decisão da colenda Assembléia Geral Extraordinária, realizada nesta sexta-feira (12/11), que resolveu pela SUSPENSÃO do movimento paredista a partir das 08:00h da manhã da próxima terça-feira (16/11/2010), pelos seguintes motivos:
1. A categoria policial civil considera que as negociações com o atual governo não vêm se desenvolvendo a contento, pelo que optou por conceder o prazo de 15 (quinze) dias para que a equipe econômica possa estudar os números solicitados pelos policiais civis e enviar nova mensagem à Assembléia Legislativa do Estado da Paraíba, com as alterações necessárias;
2. No dia de hoje, foi garantida a diretoria da ASPOL que as promoções dos policiais civis serão agilizadas e liberadas no mínimo tempo possível e pelo Delegado Geral de Polícia Civil Canrobert Rodrigues, que NENHUM policial civil sofrerá qualquer retaliação em decorrência do movimento paredista;
3. Os representantes da Polícia Civil já se reuniram com o governador eleito Ricardo Coutinho e deixaram claro que não aceitam os números enviados pelo atual governo, bem como o mesmo informou que somente poderá iniciar qualquer tipo de negociação após tomar posse no executivo estadual, pelo que continuar a paralisação somente iria prejudicar a população paraibana, que sofre com a onda de insegurança que vem se alastrando por todo o estado;
4. O compromisso dos policiais civis da Paraíba é acima de tudo com a segurança do povo paraibano, o qual ficaria em caso de continuidade do movimento, orfão dos serviços da instituição, sem a perspectiva de resolução do caso e em respeito à população RETORNARÁ as suas atividades até que haja um novo governo estabelecido no Estado;
Queremos destacar e parabenizar todos os policiais civis que mantiveram-se firmes no movimento, não se deixando vender e nem se levar por conversas, em especial àqueles que se recusaram a tirar plantão extraordinário remunerado, demonstrando assim a verdadeira honradez e dignidade profissional.
Por fim, reiteramos que os policiais civis paraibanos demonstram mais uma vez a responsabilidade com suas atribuições e esperam que o governador José Maranhão possa CUMPRIR a sua palavra, corrigindo os valores e equiparando a remuneração dos policiais civis da Paraíba com os policiais civis de Sergipe, para que possa ao menos deixar o governo de cabeça erguida e com o compromisso assumido quitado.
João Pessoa, 12 de novembro de 2010.
A DIRETORIA’
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