Comandante geral da PM determina reforço na segurança dos presídios e no Hospital Trauma
Apesar da aparente tranqüilidade, os dois maiores presídios da Capital
tiveram a segurança reforçada durante este final de semana. O reforço
policial também se estendeu ao Hospital de Emergência e Trauma Senador
Humberto Lucena, aonde os presos feridos se encontram internados. A
determinação foi do comandante geral da Polícia Militar da Paraíba,
coronel Wilde de Oliveira Monteiro, depois do que aconteceu durante a
manhã desta sexta-feira no Roger quando seis presos morreram
carbonizados e cerca de 40 saíram feridos.
Nos presídios do Roger e PB-I, o reforço conta com cerca de cinqüenta
homens em cada unidade prisional e no Hospital de Emergência e Trauma
aumentou o número de policiais que trabalham no posto policial do
local além dos PMs que estão fazendo a guarda externa da unidade de
saúde para evitar que algum dos presos internados tente fugir.
Na manhã do sábado, o presídio do Roger amanheceu tranqüilo, mas a
guarda externa continua em alerta. A mesma situação aconteceu no PB-I,
local de onde existia a informação de que um detento que pertence a
facção criminosa (PCC), Primeiro Comando da Capital, com ramificações
em São Paulo no Rio de Janeiro, seria resgatado.
Na manhã de sexta-feira, enquanto os policiais militares controlavam a
situação no presídio do Roger, outra equipe de policiais se dirigia
para presídio PB-I para reforçar e garantir a segurança do local.
Todas as operações foram acompanhadas de perto pelo comandante do 1º
Batalhão, coronel Carlos Américo foi “In Loco”, ao presídio PB-I
averiguar como estava situação. “Nossos policiais estão prontos para
agir em qualquer situação e vão permanecer em alerta durante todo esse
final de semana”, garantiu o coronel Carlos Américo
Resgate de preso no PB-I – De acordo com a polícia, a intenção dos
presos era colocar fogo os colchões das grades dos pavilhões c5 e seis
para chamar atenção da polícia com isso facilitar o resgate de um
preso que estaria no PB-I. Mas o plano não deu certo, o fogo acabou se
alastrando para o pavilhão 3 aonde os cinco presos morreram queimados
e os 40 saíram gravemente feridos. Dos quarenta internos que estão
internos no Trauma, nove estão em estado grave.
Pavilhão estar sendo recuperado – No final da tarde desta sexta-feira,
23, começou a chegar o material de construção que será utilizado para
recuperar o pavilhão 3 aonde os presos mortos e feridos estavam. O
Governo do Estado enviou colchões para substituir os que foram
destruídos pelo fogo.
Da Redação
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