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Partido Pátria Livre defende Eleições livres, caso se consume o impeachment de Dilma

O Partido Pátria Livre (PPL) não aceita o que seus principais líderes estão chamando de ‘loteamento dos órgãos do Governo federal’, entre partidos que lutam pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff, caso o vice-presidente Michel Temer (PMDB-SP) assuma a Presidência da República, e defende, em vez disso, a realização de Eleições democráticas, através da soberania do povo popular, para a conclusão do atual mandato presidencial.

 

Segundo o presidente do Diretório estadual do partido, na Paraíba, sindicalista Francisco de Assis Pereira, o Chico do Sintram, essa posição do PPL é uniforme, em todo o território nacional, e condiz com as premissas básicas de sua carta estatutária. Ele faz questão de ressalvar que, com essa posição, o PPL, de modo algum, coonesta com o que ele chamou de ‘tocaia golpista’ de setores considerados como direitistas, incrustados na estrutura política e partidária do país, que, segundo ele, pretender arrebatar o Poder, a qualquer custo.

 

Para Chico do Sintram, um hipotético Governo Temer não se revestiria do princípio da legitimidade, posto que o vice-presidente assumiria a Chefia da nação sem que seu nome tenha sido consignado nas urnas, nos registros da própria justiça eleitoral. Isso, para ele, seria um golpe, violento, contra a democracia – sobretudo, contra a democracia participativa, que se faz e se consolida por meio do sufrágio do voto popular



Redação

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