De acordo com o Ministério da Saúde, a Paraíba possui atualmente 459.932 mil fumantes. Por curiosidade, a primeira tragada de cigarro é experimentada. Em seguida, vem a segunda. Por que não? Mais outra com os amigos no bar. É mais ou menos assim que começa o vício de muitos fumantes que, depois de alguns anos, lamentam o mal que o cigarro faz à saúde e procuram parar de fumar tardiamente.
Uma decisão que é amplamente incentivada no próximo dia 29 de agosto, Dia Nacional de Combate ao Fumo, com o objetivo de conscientizar e mobilizar a população sobre os riscos decorrentes do uso do cigarro. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o tabagismo é a principal causa de morte evitável no planeta, sendo considerado, portanto, um problema de saúde pública.
Estima-se que cerca de 200 mil pessoas morram todo o ano no Brasil em decorrência do fumo. Esse valor salta para cerca de 4,9 milhões em perspectiva mundial e deve aumentar para 10 milhões de mortes anuais por volta do ano 2030.
Conforme números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Paraíba possui hoje 459.932 fumantes (11,5% da população) e, destes, 92.197 estão em João Pessoa. Em 2015, em todo o Estado, 423 pessoas morreram vítimas de câncer de pulmão. Em 2016, o número caiu para 405. Neste ano, até agora, 215 mortes por câncer de pulmão foram contabilizados, sendo 52 em João Pessoa, número menor considerando o ano passado, que registrou 87 mortes na capital.
A tarefa de abandonar o fumo e lutar por mais saúde, no entanto, pode se revelar, em muitos casos, mais difícil do que o previsto. Mas não impossível. Tratamentos medicamentosos e apoio psicológico ajudam, de fato, o fumante a acabar com o vício. Na Paraíba, o Governo do Estado qualifica frequentemente profissionais de saúde para o Programa Nacional do Controle do Tabagismo (PNCT), com atendimentos realizados em cada município.
O programa desempenha abordagem cognitivo comportamental, acolhendo os fumantes em grupos e prestando apoio psicológico, associado ou não à medicação, através de encontros semanais. “Nestes encontros os profissionais questionam o motivo que leva a pessoa a fumar, há quanto tempo ela fuma e a quantidade de cigarros por dia. Através das orientações profissionais e o estímulo de motivação, muitas pessoas deixam de fumar até mesmo sem ajuda de medicamentos”, afirma a coordenadora do Núcleo de Doenças e Agravos Não Transmissíveis da Secretaria de Saúde do Estado (SES/PB), Terezinha de Jesus. Por meio de exames, o profissional de saúde avalia o grau de dependência da nicotina e, durante o processo de desvínculo do vício, o fumante passa pelo período de abstinência.
Redação
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