Foto: Ministério do Trabalho/Divulgação
Condições precários de trabalho. Insalubres. Extremas de exploração, privação de direitos e dignidade. O Governo Federal, através do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) atualizou, esta semana uma lista com nomes de empregadores que submeteram seus trabalhadores a condições semelhantes à escravidão no Brasil. Dezoito empregadores da Paraíba, entre pessoas físicas e jurídicas, estão envolvidas em casos registrados entre 2020 e 2025, conforme a lista.
De acordo com a lista, na Paraíba os casos foram registrados em João Pessoa (7), Campina Grande (3), Cabedelo (3), Taperoá (2) e Tacima (1). A atividade com maior recorrência de irregularidades entre as empresas citadas é o trabalho em pedreiras e a construção civil.
Na nova lista divulgada pelo Ministério do Trabalho, que tem dados de todo o país, foram adicionados 169 novos empregadores, um aumento de 6,28% em relação a última atualização nacional em outubro do ano passado. Desse total, 102 são pessoas físicas (patrões) e 67 são empresas (pessoas jurídicas).
Essa última atualização do Ministério do Trabalho também excluiu 225 empregadores, à nível nacional, que completaram os dois anos de permanência no cadastro.
Na Paraíba, dos 18 empregadores, nove permanecem na lista desde outubro e outros oito foram incluídos, além de 10 terem sido excluídos.
Em nota, o Sindicato da Indústria da Construção Civil da Paraíba (Sinduscon-PB), disse que, no setor, “as empresas foram surpreendidas com uma inclusão arbitrária e indevida em suposta ‘cadastro de empregadores que tenham submetido trabalhadores a condições análogas à escravidão'” e que “a realidade é que tal ato é absolutamente improcedente”, além de afirmar que “não existe qualquer submissão de seus trabalhadores a tais condições”.
Redação
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