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Paraíba perde um dos maiores pesquisadores do Aedes Aegypti

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 A Paraíba perdeu um dos maiores pesquisadores do mosquito Aedes Aegypti, que transmite os vírus da dengue, chikungunya e zika. O professor e biólogo Eduardo Beserra, morreu em João Pessoa em decorrência de um câncer, aos 53 anos.. Eduardo Beserra é um dos autores do estudo “Efeito da Qualidade da Água no Ciclo de Vida e na Atração para Oviposição de Aedes Aegypti”, publicado na Neotropical Entomology, em 2010. 

A Administração Central da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), especialmente em conjunto com a direção do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS) e da chefia do Departamento de Biologia da Instituição, lamentou com profundo pesar o falecimento do professor Eduardo Barbosa.

Dudu, como era carinhosamente chamado por seus amigos, familiares e colegas de trabalho, deixa um legado de amor pela missão de educar. Por onde passou criou laços de amizade e respeito. Professor Eduardo foi presidente do Centro Acadêmico de Biologia nos anos 80, diretor do Diretório Central dos Estudantes (DCE), diretor da Associação de Docentes da Universidade Estadual da Paraíba (ADUEPB), chefe do Departamento de Biologia e diretor do CCBS por dois mandatos. Participou ativamente da luta pela Estadualização e também lecionou no Colégio Estadual da Prata.

A UEPB enlutada presta condolências aos familiares e amigos do professor Eduardo pela precoce e inestimável perda. O velório do professor Eduardo está ocorrendo desde às 13h na Central de Velórios A Viagem, localizada no bairro de São José, em Campina Grande. Já o sepultamento será às 17h no cemitério do Monte Santo.
Em uma de suas últimas entrevistas concedida ao portal da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, o pesquisador da UEPB ressaltou que o ciclo de vida do mosquito aedes aegypti está condicionado a fatores como umidade, temperatura, acesso à alimentação e quantidade de larvas em um mesmo criadouro.

Em suas pesquisas, o professor concluiu que a temperatura ambiente de cada região pode influenciar na reprodução do mosquito Aedes aegypti. . De acordo com os estudos feitos no laboratório de entomologia do curso de Biologia, no campus da UEPB de Campina Grande, a variação de temperatura entre 22ºC e 32ºC, comum nas cidades paraibanas, torna a proliferação mais propícia.

 

Redação

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