Título: “Jesus de Nazaré e a Maldição da Cruz”
Já está à venda na Cúria Metropolitana/Palácio do Bispo (Praça Dom Adauto, Centro de João Pessoa) o livro do Pe. Dalmo Radimack da Silva, administrador da Paróquia São Pedro e São Paulo, em Tibiri II, na cidade de Santa Rita, Região Metropolitana de João Pessoa. Título do livro: “Jesus de Nazaré e a Maldição da Cruz”.
A publicação, ao preço de R$ 20,00 (vinte reais), também pode ser adquirida na secretaria da Paróquia São Pedro e São Paulo, Santa Rita. Contato: (83) 3217-3697.
“Em um primeiro momento, a cruz parece ser o ponto final para as pretensões do carpinteiro de Nazaré e consequentemente o sepultamento de toda a possibilidade de sua identificação única com Iahweh. Os relatos evangélicos falam de escuridão em toda a terra, mas também se fizeram trevas na mente e na vida dos seguidores do Rabi Jesus.
A profunda perplexidade que invadiu e dispersou o movimento de Jesus naquela tarde de sexta-feira é fruto da escandalosa imagem veterotestamentaria contra a qual se chocou a vida do Filho de Deus: a morte como maldição. Mergulhados nesta angústia, os seguidores de Jesus vêem desmoronar tudo aquilo que até então era tido como certo.
Entretanto, algo de inusitado aconteceu a este Jesus que foi crucificado e depois de morto sepultado: ele voltou do mundo dos mortos e agora possui as chaves da morte e do Hades. E daqui, inevitavelmente, surge a questão sobre o sentido da Paixão: o que significa a cruz e o que ela encerra sobre o mistério de Deus?
Nenhum de nós terá jamais a totalidade da resposta porque nenhum de nós pode comportar em seus pensamentos o que a própria pergunta significa.
Porém, tomando a sério a afirmação bíblica presente no prólogo do Evangelho de João, no qual se diz que ninguém viu Deus, mas o Filho único foi quem o deu a conhecer (Jo 1,18), teremos que admitir o fato de, no crucificado, Deus expressar de forma inequívoca a sua face para nós a ponto de Paulo declarar que a única coisa da qual pode se gloriar é a cruz. Na cruz de Jesus é revelado para todos que a humanidade não foi esquecida por Deus nem entregue à própria sorte, mas o Deus criador assumiu o futuro de sua criação naquele que é pontífice entre o céu e a terra, expressão plena de quem é Deus e de quem é o homem”, explica o Pe. Dalmo.
Assessoria
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