A história é cruel e implacável!
Não há mentira nem farsa que sobreviva ao efeito corrosivo da história. Mentira nenhuma se sustenta ao longo do tempo, de modo que mais cedo ou mais tarde aqueles que, por ventura, não se deram conta da mentira virão a saber da verdade, nua e crua.
E assim está sendo com relação ao golpe político, parlamentar, jurídico e midiático aplicado contra o Governo da presidenta Dilma Rousseff. Quando quase todo mundo já estava convencido pelos inúmeros fatos que se sucederam ao episódio, de que o tal impeachment de fato não passava de um golpe, eis que, um dos principais personagens dessa armação surpreendeu o país afirmando: foi golpe. O tal personagem é, ninguém menos, do que o ex-presidente Michel Temer, o vice de Dilma, que se deu ao papel de trair o projeto do PT, aderir ao golpe e assumir a Presidência da República.
Esta semana, numa histórica entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, Michel Temer, que os “trouxas” acreditavam que sairia do Palácio do Planalto direto para a cadeia, simplesmente confirmou e reiterou: foi um golpe.
O difícil agora é os golpistas se livrarem da pecha de golpista. Ultimamente, a fila dos arrependidos, ou dos que apenas querem se limpar perante a história cada vez aumenta mais. São eles: veículos de comunicação que mudaram radicalmente de linha editorial; jornalistas que deram meia volta nas suas linhas de pensamento; empresários que mudaram de opinião assustados com o fantasma da falência; e até advogados excêntricos, que agora pedem perdão a Dilma por haverem participado da farsa.
Mas não tem jeito. Golpista, sempre golpista. A palavra escrita não some dos arquivos dos jornais e dos livros, assim como as atitudes de quem porventura se deu ao papel de farsante, no mínimo será sempre suspeita.
Wellington Farias
PB Agora
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