Foto: Reprodução/X
O Prêmio Nobel da Paz sempre foi entregue com critérios rigorosos e amplamente avaliados pelo Comitê Norueguês, com sede em Oslo, desde 1901. No entanto, há alguns anos, sua imagem vem sendo opacada por concessões confusas e precipitadas.
Sabemos que o prêmio nasce da consciência e das mãos humanas e onde há participação humana, há falhas. Nos primeiros oito meses do governo Barack Obama, o prêmio lhe foi concedido. À época, considerei aquilo uma precipitação, quase como se o comitê desejasse amarrar-lhe as mãos e os pés, impedindo-o de avançar em frentes de conflitos e guerras. Outros, ao longo do caminho, também merecem considerações críticas pela forma como o prêmio lhes foi entregue.
Em 2025, Maria Corina Machado, líder e ativista pelos direitos do povo venezuelano, foi agraciada com o Nobel da Paz. Enquanto isso, um “leão” fora do seu campo de ação aguardava ansiosamente por esse prêmio: Donald Trump. Com apenas um ano de governo, sua eventual premiação seria a continuação da mesma precipitação cometida anteriormente com Obama.
Trump, muitas vezes, comporta-se como um meninão mimado e não esconde esse traço de seu caráter. Deixou claro, para o mundo inteiro, que o prêmio deveria ser dele. Algo como:
“Dá-me o meu brinquedo; ele me pertence e eu o mereço.”
Assim agem crianças mal comportadas.
De forma indireta, o prêmio foi exigido das mãos de Maria Corina Machado. Ela, por certo, pensou, ponderou e, ao final, o entregou. Nesse gesto, Corina torna-se menor diante da plateia, pois o Nobel pressupõe ser um prêmio concedido por méritos, não por pressão. Trump, então, deixa de chorar e, entre soluços, recebe algo que, aos olhos do Comitê de Oslo, não era e não é para ele, neste momento.
Trump não se torna nem maior nem menor em essência; continua no mesmo lugar e posição, pois assim trabalha o seu caráter. Apenas um pouco menor na visão dos analistas equilibrados.
O que podemos concluir?
Vivemos em um mundo onde a infantilidade de líderes salta aos olhos.
Alguns analistas, talvez presunçosos, afirmam que Trump, antes de terminar seu governo, deseja esse prêmio a qualquer custo, afinal, seu “amiguinho de vizinhança”, Barack Obama, já o conquistou.
Vaidade, tudo é vaidade, como já afirmou o escritor bíblico em Eclesiastes.
E como alerta Provérbios 20:21:
“A herança obtida às pressas no princípio não será abençoada no fim.”
Elcio Nunes
Cidadão Brasileiro
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