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Nas redes sociais: Romero se defende

Romero deixa sigilo bancário, fiscal e telefônico à disposiçção para descartar envolvimento com Odebrecht

Assim como o senador Cícero Lucena (PSDB), o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB), citado na lista dos políticos que receberam “doações” da Odebrecht, construtora investigada pela Operação Lava Jato, também negou que tivesse recebido recursos da empreiteira para custear a campanha eleitoral e descartou qualquer tipo de envolvimento com a Construtora

O tucano, conforme a planilha divulga hoje pela Polícia Federal, teria sido beneficiado com R$ 300 mil nas eleições de 2014, todavia, nesse período, ele não disputou nenhum cargo eletivo, fato que também foi alegado pelo senador Cícero Lucena.

“Não tem sentido esta informação. Em 2014 eu sequer era candidato”, disse.

O prefeito tucano também garantiu que não existe em Campina Grande nenhuma obra da Odebrecht, “portanto, nada que pudesse justificar as doações da construtora”.

Romero, que é primo do senador Cássio, líder do PSDB no Senado Federal, disse ainda que, se for preciso, coloca à disposição todo os seus sigilos: bancário, fiscal e telefônico, para provar que não recebeu nenhum recurso da empreiteira e que está isento das suspeitas.

“Eu já disse que quem me conhece sabe perfeitamente de minha postura, que não sou afeito a este tipo de conduta. Isso é absurdo, surreal, sem a menor procedência.”, lastimou.

 



Redação

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