O Ministério Público da comarca de Sousa pediu a cassação do prefeito eleito de Marizópolis, Sertão da Paraíba, Lucas Gonçalves Braga (PSDB), popularmente conhecido por “Luquinha do Brasil”, e do seu vice, José Francisco de Abreu (PSDB), conhecido como “Deuzinho”. Os dois são alvos de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), acusados de abuso de poder político e econômico e compra de votos na eleição de 2020.
A AIJE foi assinada pelo promotor de justiça Manoel Pereira de Alencar, da 35ª Zona Eleitoral, a partir de denúncia de um cidadão que procurou o MP para informar, com prova de áudio, que ele e sua família receberam R$ 1.500 (mil e quinhentos reais) para votar na chapa de Luquinha do Brasil.
Conforme o denunciante, em outubro deste ano Luquinha do Brasil juntamente com o então candidato a vereador também pelo PSDB, Jorgenaldo Martins, foram até sua residência no sítio Olho D’água, zona rural de Marizópolis, e lhes ofereceram a citada quantia em dinheiro.
Consta na ação que a negociação com o vereador Jorgenaldo Martins foi gravada pelos eleitores como prova da transação ilegal.
Os atos ilícitos podem acarretar na cassação dos diplomas de Lucas Gonçalves Braga, José Francisco de Abreu e Jorgenaldo Martins, assim como, a cassação de seus mandatos.
Luquinha do Brasil venceu o pleito com 2.747 votos (53,91%) contra 2.349 (46,09%) de seu opositor, Jeferson Vieira (PDT). Jorgenaldo Martins, candidato a vereador pelo PSDB não se reelegeu e ficou na suplência com 176 votos. As informações são do Blog do Levi.
OUTRO LADO
O então eleito ao cargo de Prefeito da cidade de Marizópolis-PB, Lucas Gonçalves Braga (PSDB), mais conhecido como Lucas do Brasil, bem como o eleito ao cargo de vice-prefeito da mesma região, José Francisco de Abreu (PSDB), foram alvos de uma acusação por uma suposta compra de votos.
A notícia levada à Promotoria Eleitoral foi feita por um eleitor da cidade de Marizópolis-PB que está envolvido com esquemas políticos relacionados à oposição, com a finalidade de tentar reverter o quadro político de Marizópolis-PB formado após as eleições de 2020.
Procurada para prestar esclarecimentos, a defesa dos candidatos mencionados informou que a acusação feita está sendo debatida na Justiça, não havendo quaisquer confirmações acerca dos fatos narrados.
Os candidatos eleitos transpareceram total tranquilidade e despreocupação com a acusação feita, informando que tudo será esclarecido judicialmente.
A Justiça Eleitoral retomará suas atividades a partir de 07 de janeiro de 2021, em virtude do recesso forense de fim de ano.
Redação
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