Os empresários dos setores hoteleiro, e de bares e restaurantes de Campina Grande já começaram a investir na contratação de funcionários e ampliação de serviços e estrutura, para garantir o aumento do faturamento em pelo menos 20%, que é a média esperada para o período dos festejos juninos na cidade, segundo o presidente do SindiCampina, Divaildo Lima. Os cargos de camareira e garçom são os mais requisitados. Já a Câmara dos Dirigentes Lojistas de Campina Grande (CDL-CG) estima a contratação de 1.200 trabalhadores e um aumento de 20% nas vendas.
No Garden Hotel, a lotação costuma ser de 100% em junho, sobretudo durante os finais de semana. “Em 2011, os pacotes variaram entre R$ 1.800, e R$ 3.500, incluindo café da manhã com comidas típicas e programação cultural elaborada especialmente para a festa. Mas ainda não fechamos os valores para este ano. Com certeza terá um aumento em relação ao ano passado”, explicou Flora Amélia Marinho, gerente de reservas do hotel. Em média, 30 funcionários extras, entre camareiras e garçons, são contratados no período, reforçando o quadro fixo de 140 trabalhadores do hotel.
“Os trabalhadores sabem que esse período rende e já procuram os hotéis e restaurantes pessoalmente. A maioria já tem experiência no ramo e, quando não procuram o Sine, o CIEE ou o próprio banco de dados do SindiCampina, já vão direto nos estabelecimentos”, disse Divaildo, proprietário de um restaurante que funciona no Parque do Povo.
Ele revelou que contrata pelo menos três garçons a mais no período. “O que pesa a favor do funcionário é a experiência, porque é preciso agilidade para lidar com um público tão grande”, frisou ele.
O comércio também deverá ser beneficiado com a movimentação durante o São João, que é o melhor período para o setor, até mesmo que o Natal, segundo o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL-CG), Tito Motta.
Ele afirmou que o crescimento nas vendas do comércio deve seguir o registrado em 2011, que foi de 20%. Tito Motta ressaltou o aumento na contratação de temporários, mas disse que ainda há dificuldade de encontrar mão de obra qualificada.
“Acredito que de 1.000 a 1.200 novos empregados temporários devam ser contratados e cerca de 200 se sustentam depois do São João. A maioria não fica por causa da dificuldade em relação à qualificação”, salientou.
Segundo José Coelho, da Associação Comercial e Empresarial de Campina Grande (ACCG), há um aquecimento, em torno de 10% em relação ao número de trabalhadores já existentes na cidade.
De acordo com Flávia Maria Silva Barbosa, coordenadora do Sistema Nacional de Empregos (Sine) do município, a procura e contratações acontecem já a partir deste mês abril e estão estimadas pelo menos 150 vagas no setor. “Já estamos fazendo processos seletivos para reservas de trabalhadores.
Jornal Correio
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