A atitude de uma comunidade no interior da Paraíba, utilizando como fonte a natureza, tem transformado a realidade de centenas de famílias no Distrito do Marinho, na cidade de Boqueirão. O cenário, o Lajedo do Marinho, passou a ser a maior fonte de renda de um grupo de pequenos empresários que transformaram o local em um roteiro turístico. E será nesse ambiente o encerramento do projeto Som nas Pedras, neste sábado (23), a partir das 16h.
O projeto, que teve início no dia 31 de agosto, em Juru, no Lameiro da Laje Grande, passou pelas cidades de Teixeira (na Pedra do Tendó); Maturéia (ma Pedra do Caboclo); Monteiro (na Laje das Moças); Princesa Isabel (na Pedra do Guiné); no Congo (no Lajedo da Barriguda); em Cabaceiras (no Lajedo Salambaia); em Serra Grande (no Lajedo da Paixão); Queimadas (na Caverna da Loca – Pedra do Vento).
No Distrito do Marinho, os organizadores pretendem encerrar o projeto em grande estilo e, para isso, montaram uma estrutura que vai surpreender pelo capricho em torno de elementos naturais. Na área de camping serão instaladas barracas para a comercialização de artesanato e comidas típicas, um viés econômico do projeto, que visa gerar renda para as comunidades de base, responsáveis pelos produtos expostos para comercialização.
A programação artística será extensa, dando oportunidade para os artistas da terra apresentarem o seu talento. O pôr do sol no Lajedo do Marinho será ao som de sax e declamação de versos do poeta Gilberto José. Em seguida – não nessa ordem – Dayane Mendes fará um show de voz e violão. Haverá shows de forró pé de serra, da Orquestra Prima, da Filarmônica Municipal, da Banda Fanfarra do Distrito do Marinho, Sons do Silêncio, com Saraiva Luiz e Cleidilson Tadeu; e finalizando, reclame de cordel “Um lugar chamado Marinho”.
Para a presidente da PBTur (Empresa Paraibana de Turismo), Ruth Avelino, o projeto Som nas Pedras deu imagem e som à diversos municípios que desenvolvem pequenos projetos culturais, que envolvem artesanato e gastronomia, mas que ainda não tiveram a oportunidade de apresentá-los à Paraíba. O projeto, segundo Avelino, ocupou essa lacuna e mostrou à sociedade a exuberância da natureza em seu estado bruto, compartilhada a centenas de pessoas que fizeram de seu talento uma nova opção de gerar emprego e renda dentro de suas comunidades.
O Som nas Pedras, pontuou a presidente da PBTur, representa um divisor de águas para o turismo paraibano, sobretudo, pela repercussão e o entusiasmo das pessoas de cada município que já estão se preparando para a edição do próximo ano. “É um projeto grandioso e que tem tudo para crescer ainda mais, oferecendo oportunidades para o agricultor, o artesão, a dona de casa e os artistas de mostrarem a força da economia criativa de base”.
O Som nas Pedras é uma realização de empreendedores do setor turístico local, juntamente com a prefeitura municipal, com a correalização do Governo do Estado da Paraíba, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, em parceria com o Sebrae, a Secretaria de Estado da Comunicação Institucional, a Empresa Paraibana de Turismo (PBTur) e a Empresa Paraibana de Comunicação (EPC), através da Rádio Tabajara e do Jornal A União.
Redação
O deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP), novo presidente da Federação União Progressista na Paraíba, anunciou…
Um homem foi preso nesse sábado (28) em João Pessoa, suspeito de ter mandado sequestrar…
Um incêndio registrado no fim da tarde desse sábado (28) na garagem da prefeitura de…
O sorteio do concurso 2.990 da Mega-Sena, realizado na noite desse sábado (28), mudou a…
O município de Bananeiras, localizado no Brejo paraibano, divulgou nesse sábado (28) a grade oficial…
O Botafogo-PB oficializou, neste sábado (28), a saída de três atletas que integraram o elenco…