O presidente do diretório regional do PSC na Paraíba, Marcondes Gadelha rebateu na tarde desta terça-feira (03), as acusações feitas pelo médico, Ítalo Kumamoto de que ele teria agido de maneira autoritária impedindo a sua candidatura a vice na majoritária do candidato tucano, Cícero Lucena. Para Gadelha, Ítalo causou mal estar por decidir retirar sua postulação faltando 48 horas para a convenção.
A partir daí, o ex-senador Marcondes Gadelha acionou as Executivas nacional e municipal do seu partido que ficou dividido entre três opções de apoio às candidaturas em João Pessoa, a de José Maranhão (PMDB), Cícero Lucena (PSDB) e do petista, Luciano Cartaxo.
Segundo Gadelha, não há legalidade na ata registrando a candidatura do médico Ítalo Kumamoto, já que a diretoria municipal do partido, presidida por Rômulo Soares de Lima havia sido destituída. A ata final, conforme informações do presidente estadual do PSC, será sacramentada pela comissão provisória e esta conta com o apoio da Executiva nacional, que está acima das demais.
No entanto, o médico Ítalo Kumamoto revelou que não tem pretensões de polemizar com Marcondes Gadelha, mas garantiu que até prova em contrário continua sendo o vice de Cícero Lucena. “Só uma decisão final da Justiça é que pode impedir minha inclusão na chapa de Cícero Lucena”, ressaltou Kumamoto.
PB Agora
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