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A Justiça paraibana negou o pedido da defesa do padre Egídio de Carvalho Neto para adiar a primeira Audiência de Instrução referente a um dos processos que ele responde. A audiência, que estava marcada para segunda-feira (20/05), seguirá como planejado, mesmo com o religioso sob recomendações médicas de repouso absoluto por 60 dias.
A decisão do Juízo se baseia na necessidade de dar andamento ao processo, visto que uma das investigadas no caso permanece presa. Para garantir a participação do padre, a Justiça concedeu a ele a possibilidade de comparecer à audiência de forma remota e ao vivo, assegurando seu direito ao interrogatório.
O caso
O padre Egídio de Carvalho Neto é acusado de liderar um esquema criminoso que desviou cerca de R$ 140 milhões em verbas e produtos do Instituto São José e Ação Social Arquidiocesana (ASA) e do Hospital Padre Zé, instituição filantrópica sob sua direção em João Pessoa. As doações destinadas a essas entidades teriam sido desviadas para o benefício próprio do religioso, segundo as investigações.
Outras implicadas
Jannyne Dantas Miranda e Silva (ex-diretora administrativa) e Amanda Duarte Silva Dantas (ex-tesoureira) também são apontadas como cúmplices no esquema. Elas já foram presas, mas atualmente respondem ao processo em liberdade.
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