O ex-governador Ricardo Coutinho (PT) e seus irmãos, Coriolano e Raquel Coutinho, foram acionados pelo juiz Marcial Henrique Ferraz da Cruz (2ª Vara Criminal) para apresentar defesa em ação penal remanescente da Operação Calvário, e recepcionada pelo magistrado em 9 de novembro de 2021, a partir de denúncia do Gaeco, sobre a origem dos recursos da compra de uma fazenda e de uma mansão, conforme despacho emitido na última terça-feira (16).
A ação se reporta à denúncia de corrupção e lavagem de dinheiro, e envolve ainda Ricardo Cerqueira Leite Vieira Coutinho (Rico), filho do ex-governador.
Dentre os imóveis cuja origem estão sendo questionadas constam uma casa no Bosque das Orquídeas (onde mora o ex-governador), além de uma propriedade em Bananeiras, a Fazenda Angicos, adquirida supostamente por Coriolano, irmão de Ricardo.
Aponta a denúncia do Gaeco que Rico teria simulado a “compra e venda de imóvel com o pai, Ricardo Vieira Coutinho, visando a ocultação da origem ilícita do patrimônio deste, sendo o dinheiro auferido com a suposta transação empregado na aquisição do imóvel residencial de Ricardo Vieira Coutinho, objeto desta denúncia, dando aspecto de licitude à transação”
Na peça, Rico é acusado de lavagem de dinheiro, enquanto os outros denunciados respondem por crimes de lavagem e corrupção passiva. A força-tarefa calcula que o grupo deve reparar os cofres públicos em R$ 7,3 milhões, por dano ao erário.
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