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Jackson trata como ‘inquisitório’ apreensão de manifesto da UFCG

A apreensão, por parte da Polícia Federal, de um manifesto, em defesa da democracia e da universidade pública, confeccionado pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), nesta quinta-feira (25), foi alvo de críticas por parte do presidente estadual do PT da Paraíba, Jackson Macêdo, que tratou o caso como 'processo inquisitório'.

Veículos de comunicação deram a informação de que o material faria campanha para Fernando Haddad (PT), mas o próprio conteúdo do manifesto desdiz a acusação..

“É um processo inquisitório e nós iremos tomar as medidas cabíveis. O material foi elaborado por sindicalistas e professores acadêmicos, em um ambiente universitário, e não era campanha para Haddad. Estamos vivendo uma ditadura do judiciário”, afirmou.

Entenda

O juiz eleitoral da propaganda de rua responsável pela ordem de busca e apreensão, realizada pela Polícia Federal (PF), Horácio Ferreira de Melo Júnior, alegou que os panfletos faziam campanha de um presidenciável em um espaço público, o que seria vedado pela legislação eleitoral.

Confira o manifesto que foi apreendido:

 

Redação

 


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