O Ibama na Paraíba realizou, nas duas últimas semanas de junho, a Operação Argus, para fiscalizar o comércio de lagostas abaixo do tamanho mínimo permitido na legislação ou capturadas com equipamentos proibidos. A equipe vistoriou 34 peixarias e comércios e 11 pontos de desembarque em todo o litoral, sem encontrar irregularidades. As medidas mínimas para a captura do crustáceo são de 13 cm de comprimento da cauda para a lagosta vermelha e 11 cm de comprimento de cauda para a lagosta cabo verde.
Outra atividade da equipe de fiscalização na Operação Argus foi a vistoria em comércios de tambores, que quando são abertos dos dois lados, amassados, unidos uns aos outros e lançados nas águas tornam-se recife artificial para atrair as lagostas no oceano. Esse método ilegal é chamado de marambaia, e é uma prática proibida devido aos danos que provoca ao ambiente marinho, especialmente quando aliada à pesca com uso de compressor, a qual além de ser predatória representa risco de morte para os pescadores.
Na avaliação do chefe da Divisão Técnica do Ibama na Paraíba, o resultado foi positivo, ?a presença da fiscalização do Ibama nos pontos de desembarque de pescados e estabelecimentos que comercializam lagostas é importante para mostrar à cadeia produtiva que o órgão está atento às atividades pesqueiras no estado, dissuadindo práticas de pesca predatória pela fiscalização contínua?. A Operação Argus é parte do Planejamento Nacional Anual de Proteção Ambiental do Ibama (PNAPA).
Assessoria
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