Com menos de 48 horas para os agentes da Polícia Civil iniciarem a paralisação das atividades, a Associação dos Policiais Civis de Carreira da Paraíba (Aspol-PB) divulgou uma cartilha informando quais serviços continuarão sendo prestados, mesmo durante a greve, e aqueles que deixarão de funcionar.
Entre os serviços que os 30% do efetivo da categoria continuará realizando nos plantões das delegacias distritais estão o registro de ocorrências que se referirem aos crimes hediondos e os flagrantes relativos a réus presos.
As investigações criminais e o expediente nas delegacias especializadas estarão suspensos. Nas carceragens, não haverá banho de sol e nem mesmo visitas aos presos.
O IML efetuará a remoção e liberação de corpos e o IPC realizará perícia somente nos casos de flagrante com réu preso, crimes hediondos e ocorrência em que haja cadáver no local.
A atuação de 30% do efetivo durante o movimento grevista é exigida por lei já que o serviço prestado pela polícia Civil é considerado essencial à população.
A greve, por tempo indeterminado, começa na próxima quarta-feira, dia 21. A categoria reivindica isonomia salarial principalmente no que se refere ao tratamento entre os reajustes concedidos às diversas carreiras da Polícia Civil.
O Norte
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