A greve dos professores da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) completou dois meses no último sábado (22), sem sinais de resolução. A paralisação começou oficialmente em 22 de setembro e afeta os oito campi da instituição.
Entre os principais motivos estão o pagamento retroativo das progressões funcionais, a convocação de novos concursos, a recomposição salarial de 22,97% e o respeito à Lei de Autonomia da UEPB. A greve já era um risco desde outubro de 2024, quando a Associação dos Docentes (Aduepb) aprovou um indicativo de paralisação.
Segundo a presidente da Aduepb, professora Elisabete Vale, o diálogo com o Governo do Estado tem sido limitado. Secretários de Estado se reuniram apenas duas vezes com o sindicato, tratando quase que exclusivamente do pagamento retroativo, sem avanços nos demais pontos da pauta.
Propostas apresentadas pelo Governo e pela Reitoria, envolvendo atualização do retroativo e parcelamento da dívida, foram rejeitadas pelo comando de greve. Tentativas de mediação na Assembleia Legislativa, incluindo audiência pública e sessão especial, também não avançaram, pois representantes da Reitoria e do Executivo não compareceram.
Até o momento, professores, alunos e a sociedade acompanham a paralisação, enquanto as negociações permanecem sem perspectivas de solução imediata.
Redação
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