A Secretaria de Estado da Saúde (SES), por intermédio da Gerência Operacional das IST/HIV/Aids, selecionou, por meio de edital, duas casas de apoio a pessoas que vivem e/ou convivem com HIV/Aids para repasse financeiro de recursos. Em João Pessoa, foi selecionada a Casa de Apoio João Paulo II, da ONG Ação Social Arquidiocesana (ASA). Já em Campina Grande, foi selecionada a Casa de Apoio Célia Brechó. A ação visa fortalecer a assistência e melhorar a condição de vida dessas pessoas.

“A proposta é reafirmar o compromisso da SES em fazer o repasse de recursos financeiros para que as casas de apoio da Paraíba (João Pessoa e Campina Grande) tenham a oportunidade de atender e receber, de forma digna, respeitosa e cuidadosa, as pessoas com HIV que precisam se deslocar do interior do Estado para fazer o tratamento nos grandes centros”, explicou a gerente operacional de IST/HIV/Aids da SES, Ivoneide Lucena.

Ivoneide explicou, também, que, com as casas de apoio, a adesão ao tratamento do HIV/Aids cresce, pois esses locais oferecem, sem custo, hospedagem e alimentação para os pacientes.

“As casas de apoio são verdadeiros instrumentos de incentivo para que as pessoas que vivem e/ou convivem com HIV/Aids possam seguir com o tratamento adequado. Com os cuidados devidos, essas pessoas podem se tornar indetectáveis e voltar para seus municípios de origem com saúde”, disse Ivoneide.

HIV/Aids – A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Aids) é ocasionada pelos desdobramentos do contágio com o Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV). Entretanto, as siglas não significam a mesma coisa no corpo de um ser humano.

A Aids não é causada espontaneamente, mas a partir da infecção imunológica com o vírus HIV. Ou seja, uma pessoa que portar a doença terá que ter, necessariamente, o HIV no seu corpo. Entretanto, quem é HIV positivo não desenvolve, necessariamente, Aids. Isso porque o vírus passa por um processo longo de incubação antes do surgimento dos sintomas da doença, da infecção das células e do sistema nervoso.

Mesmo que o indivíduo não apresente os sintomas, é preciso ter cuidado porque o vírus pode ser transmitido por meio de relações sexuais desprotegidas, seringas contaminadas e de mãe para filho, na gravidez ou amamentação, quando não tomadas as devidas medidas de prevenção. Por isso, é sempre importante fazer o teste e se proteger em todas as situações.

Confira aqui o resultado final

 

Secom

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