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Governo cadastra e vacina rebanho contra febre aftosa

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O Governo do Estado vai iniciar, nesta terça-feira, dia 25, o cadastramento do rebanho pela área de Campina Grande. Ao mesmo tempo, agiliza os preparativos finais para a primeira etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa, a ser lançada no dia 1º.A campanha será realizada durante todo o mês de abril.

Segundo o gerente executivo da Defesa Agropecuária, Ricardo Leite, já foram recadastrados 78 mil produtores rurais de 138 municípios e a meta é concluir o mais breve possível. Com relação a campanha de vacinação, atendendo determinação do Ministério da Agricultura, a meta é vacinar um milhão de cabeças de bovinos, que inclui, ainda, os bubalinos (búfalos), a fim de ter uma cobertura segura e, assim, evitar foco da doença no Estado. O objetivo é possibilitar a conquista do selo de Zona Livre de Febre Aftosa, com o qual a Paraíba poderá exportar sua produção de carne bovina.

Ricardo Leite explicou que os criadores terão 30 dias para vacinar o rebanho e mais 10 dias para entregar o comprovante nos escritórios da Defesa Agropecuária ou na Emater. O Governo do Estado, através da Secretaria de Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca, está fazendo um apelo aos criadores para adquirirem a vacina nas mais de 100 farmácias cadastradas.

A segunda etapa da campanha de combate à febre aftosa acontecerá no mês de outubro, a exemplo dos anos anteriores, mas o Governo do Estado está pleiteando a auditoria do Ministério da Agricultura para o mês de setembro para concessão do certificado de Zona Livre de Febre Aftosa.

O combate à aftosa é uma questão nacional, tendo em vista que o Brasil é o maior produtor e exportador de carne do mundo – tem o maior rebanho comercial, e a doença é considerada uma barreira sanitária para o comércio internacional. Daí a importância de todos os estados realizarem a campanha.
A Paraíba tem um rebanho estimado em 1,3 milhão de cabeças e o último foco de febre aftosa registrado no Estado foi no ano de 2000, na região de Guarabira. Ricardo Leite adverte que o criador deve estar atento para a questão da febre aftosa.

SECOM

 

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