O governo do Estado está investindo R$ 21 milhões, com recursos próprios na construção do Trevo. Deste valor, R$18,6 milhões serão gastos com a obra e mais R$ 2,4 milhões com o remanejamento das redes de água, esgoto, energia e telefone.
O governador e sua comitiva iniciaram a visita pelas obras de terraplanagem e drenagem de uma rua ainda sem nome ao lado do Mangabeira Shopping. Em seguida, passaram na rua Santa Barbara, que servirá de rota para quem seguir da Penha para os Bancários, quando houver a interdição no Trevo. O grupo também passou pelos cruzamentos das ruas Luiz Carlos Lyra Neto e Rita Xavier Oliveira, onde está sendo feito o asfaltamento.
Ricardo Coutinho afirmou que as obras estão num ritmo acelerado e vão fazer uma diferença enorme na melhoria da mobilidade urbana e na vida das pessoas. “Estamos fazendo as obras com recursos próprios como fizemos o contorno de Jacumã, no Conde; a Perimetral Sul, em João Pessoa; o binário de Bayeux; a Almeida Barreto, em Campina Grande; e a Ponte de Jatobá, em Patos. Estamos preparando a infraestrutura do Estado para esse grande processo de desenvolvimento”, ressaltou Ricardo.
O superintendente do Departamento de Estradas e Rodagem (DER), Carlos Pereira, destacou que o projeto vai possibilitar o escoamento do tráfego da Zona Sul da Capital numa área que está ganhando este ano um shopping e uma escola técnica estadual. “Ao todo, serão asfaltados 5,5 km em 25 ruas que serão utilizadas para o tráfego de veículos durante as obras do viaduto”, explicou.
Carlos Pereira acrescentou que o Trevo terá extensão de 800 metros com duas pistas de rolamento, canteiro central, ciclovia e calçadas. “A plataforma da avenida ficará com 22 metros, ligando a Penha ao José Américo e outra via ligará a avenida principal dos Bancários à Josefa Taveira, em Mangabeira, com quatro grandes alças que impedirão o cruzamento dos veículos. “Para se ter uma ideia da abrangência da obra, passam no trevo 30 mil veículos por dia e se não preparássemos as vias alternativas seria um caos”, pontuou.
O engenheiro responsável pela obra, André Gaspar, destacou que o asfaltamento das 25 ruas não servirá apenas durante a interdição do Trevo de Mangabeira. Elas ficarão permanentes para escoar o fluxo de veículos entre Mangabeira e os Bancários, área que terá uma grande expansão imobiliária com o shopping e a escola técnica. O engenheiro informou que serão gerados cerca de 150 empregos diretos na obra, durante o pico de trabalho.
Secom








