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João vê ‘imprudência’ em flexibilização adotada pela prefeitura de Cabedelo

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A flexibilização da atividade econômica no município de Cabedelo em meio à pandemia do novo coronavírus deve ganhar um novo capítulo na justiça, nos próximos dias. Dessa vez é o Governo do Estado que sinalizou acionar os órgãos competentes caso o município retome suas atividades. Em entrevista ao programa Fala Governador, desta segunda-feira (29), o governador chegou a classificar a atitude do prefeito Vitor Hugo de imprudente.

“Abertura de bares e atividades não essenciais não se faz adequada, estamos em um momento em que o número de casos está crescendo. Preservar e cuidar da população é fazer com que a população possa se proteger. A partir de um momento que você determina a abertura de um shopping que fica em João Pessoa praticamente, as pessoas que frequentarão serão muito mais de João Pessoa e os números de casos irão refletir em João Pessoa, seria no mínimo uma imprudência muito grande fazer essa abertura nesse momento”, pontuou.

O governador ainda lembrou que desde o início da pandemia do novo Coronavírus,  a demanda por leitos de UTI de pacientes oriundos de Cabedelo só aumentou.

“No caso de Cabedelo, o município tem sistematicamente nos últimos meses apresentando demandas cada vez maiores de casos. Em março, se você olhar a regulação de leitos de UTI, não houve nenhuma para Cabedelo, em abril nós já tivemos 3, em maio, 19, e em junho, 20. Ou seja, existe cada vez mais uma demanda maior de leitos de UTI em João Pessoa e nos hospitais estaduais de casos de Cabedelo”, declarou.

O governador ainda apontou que o impacto real da reabertura se dá em João Pessoa.

“Temos que levar em consideração o exemplo de outras cidades, Curitiba, Porto Alegre, Blumenau, várias cidades que avançaram na liberação estão recuando agora em função do número de casos. Existe atividades não essenciais que não devem ser abertas. Soube que houve recomendação do Ministério Público à Prefeitura [de Cabedelo], caso não haja um cumprimento cabe ao Estado tomar as medidas para que o decreto seja respeitado e tomaremos sem problema nenhum”, ressaltou.

Redação

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