O deputado federal Marcondes Gadelha (PSC-PB) foi recebido nesta quinta-feira (4) pelo Diretor de Obras de Cooperação do Exército, General Froes. A audiência aconteceu no Auditório Guararapes, no Quartel General do Exército, em Brasília. A pauta da reunião foi a obra da integração das bacias do Rio São Francisco. “Foi um encontro muito positivo. Nós tivemos a apresentação pelos oficias militares, comandados pelo general Avena e o general Fróes, do projeto na parte referente ao trabalho dos grupamentos de engenharia do eixo norte e do eixo leste”, explica Gadelha.
Na ocasião, também foi apresentada a maquete da construção, onde os presentes puderam conferir os detalhes da obra. Além disso, ficou acertada uma visita da comissão ao local. “Nós discutimos a perspectiva de uma viagem para verificação in loco do andamento das obras. Ficou estabelecido que nos será viabilizado um helicóptero para sobrevôo da região e para deslocamento entre Petrolina, Cabrobó e Floresta. O Ministério da Integração será também solicitado a se envolver com esta viagem já que, a partir das barragens de derivação, as obras ficam por conta do setor privado e eles estão mais subordinados ao Ministério da Integração”, esclarece Gadelha
O parlamentar explica que a audiência teve como objetivo dar cumprimento à missão da Comissão Especial criada pela Câmara dos Deputados para acompanhamento das obras de transposição de água do Rio São Francisco. “Essa comissão foi criada há algum tempo pelo presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, e tem por finalidade verificar o cumprimento dos cronogramas físico e financeiro das obras de transposição”
“É uma obra inédita e foram muitas as dificuldades, tanto na definição, como na execução do s projetos. São vários fatores que influenciam, e os principais deles são as condições meteorológicas e a estrutura de captação da barragem por meio da tomada de água da área”, explica o General Avena, chefe do departamento de Engenharia e Construção do Exército. Os canais têm o formato trapezoidal e vão ter um revestimento especial.
O comandante da operação explana alguns dos problemas encontrados. “Inicialmente nós encontramos muitas dificuldades nas próprias condições do terreno. Nós iniciamos a escavação, e era previsto terra e nós encontramos pedra. Outra dificuldade é a construção do canal dentro da tomada de água da Lagoa de Itaparica. Depende de vários fatores, como o nível d’água, a data mais favorável é de setembro até dezembro, em compensação é o período que começa a chover na região”, explica.
Sediado na cidade de Cabrobó, as obras do Eixo Norte, operadas pelo 2º Batalhão de Engenharia de Construção, está previsto para o plano de trabalho recursos da ordem de R$ 111 milhões. Destes, R$ 90 milhões já foram recebidos. As principais obras compreendidas são o canal de aproximação e a barragem de Tucutu. O canal de aproximação tem dois quilômetros de extensão e está com 55% da obra realizada. Já a barragem de Tucutu com 36m de profundidade na sua parte mais afastada e está com 37% da obra concluída A força trabalho conta com 87 militares e 33 civis.
Já as obras do Eixo leste, sediado em Floresta, estão designadas ao 3º Batalhão de Engenharia de Construção. Os recursos previstos são da ordem de R$ 129 milhões. Destes, R$ 84 milhões já foram recebidos. As principais obras deste eixo são o canal da aproximação e a barragem de Areias. O canal de aproximação tem 5,8 quilômetros e está com 54% da obra concluída. A barragem de areias tem 16m de profundidade está com 60% da obra concluída. São 140 militares e sete civis.
Urbanismo
Marcondes Gadelha explica ainda que o trabalho não se limita apenas no que diz respeito à construção dos canais. “O exercito também cuida da construção das agrovilas para fixar o homem no campo e dar a ele oportunidade de produzir uma agricultura moderna e competitiva. São oferecidas casas de boa qualidade com terrenos para plantar, de modo que podemos perceber o alcance social da transposição, que começa a aflorar nestes projetos”, lembra Gadelha.
“Essa implantação de agrovilas, o processo de reforma agrária e de agricultura familiar que devem ser implantados ao longo do eixo dos canais trarão resultados positivos’, diz. São verificados também os efeitos ambientais e sociais que decorrem da obra.
“O exercito também cuida da construção das agrovilas para fixar o homem no campo e dar a ele oportunidade de produzir uma agricultura moderna e competitiva. “São oferecidas casas de boa qualidade com terrenos para plantar, de modo que podemos perceber o alcance social da transposição, que começa a aflorar nestes projetos”, lembra Gadelha.
Estavam presentes também os deputados federais Betinho Rosado (DEM-RN), Chico Lopes (PCdoB-CE) e Wilson Braga (PMDB-PB), além de autoridades militares envolvidas no planejamento e na execução do projeto.
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