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Fórum de Ouvidorias e ALPB promovem encontro em João Pessoa

 O Fórum Paraibano de Ouvidorias (Fopo-PB) realiza na próxima segunda-feira
(22) o 1º Encontro de Ouvidorias Públicas e Privadas. O evento será no
auditório do Ministério Público da Paraíba (MPPB), na Avenida Rodrigues de
Aquino, Centro de João Pessoa (PB), a partir das 14h00.

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) compõe a coordenação do Fórum,
com a Ouvidoria da Casa de Epitácio Pessoa assumindo a responsabilidade
pela assessoria jurídica do encontro.

Nesta quinta-feira, a coordenadora adjunta do Fopo Marlene Ramalho concedeu
entrevista ao programa Plenário Agora, da TV Assembleia. Ela explicou que o
objetivo do Fórum é fomentar a criação de novas unidades de ouvidorias no
Estado, discutir o sistema nacional e os impactos desses organismos
privados para a cidadania. “Conclamamos a todos os ouvidores e
representantes de repartições para participarem, pois nossa intenção maior,
além de congregar as ouvidorias já existentes, é fomentar a criação de
novas unidades e este encontro é ponto de partido para isto”, afirmou.

Marlene Ramalho destacou que o encontro terá como palestrantes o fundador
da Associação Brasileira dos Ouvidores e do Fórum Nacional das Ouvidorias
Universitárias, professor Rubens Pinto Lyra, que vai proferir a palestra
intitulada: “Propostas para a instituição um Sistema Nacional de
Ouvidorias”; e o diretor de Jornalismo do Sistema Correio de Comunicação,
Walter Galvão, discutindo o tema: “Impactos das Ouvidorias Privadas para a
cidadania”.

Rubens Pinto Lyra também será homenageado com o certificado de ‘Coordenador
Honorário do Fopo’, em referência a sua dedicação e empenho na construção
da cidadania e causa dos direitos humanos, em particular, na Paraíba. “O 1º
Encontro Paraibano de Ouvidorias Públicas e Privadas será aberto ao público
e deve contar com a participação de pelo menos 200 pessoas, entre gestores
em ouvidoria pública e privada, estudantes e pesquisadores em cidadania e
direitos humanos, administradores e executivos de áreas privadas com
interesse nas políticas em ouvidoria”, comentou Marlene Ramalho.

 

Ascom

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