Uma proposta inesperada de parceria com o Festival de Música de Londrina, no Paraná, coroou a solenidade de abertura do III Festival Internacional de Música de Campina Grande (FIMCG), na noite desta segunda-feira, dia 2, no Teatro Municipal Severino Cabral.
Diante de uma plateia lotada, o diretor artístico do Festival de Londrina, Marco Antonio de Almeida, destacou a organização do evento campinense, sugerindo a cooperação entre os festivais como forma de engrandecer a cultura dos dois estados.
“Como o nosso festival de Londrina acontece sempre na última quinzena de julho e o de Campina, na primeira, poderemos somar forças e reduzir custos, trazendo importantes benefícios para os dois eventos”, observou o músico, após receber, das mãos do reitor em exercício da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Edílson Amorim, e da reitora da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Marlene Alves, o prêmio Radegundes Feitosa, pelo trabalho desenvolvido em prol da música em âmbito nacional. Também presente, a assessora da Fundação Nacional de Artes (Funarte), Maria José de Queiroz Ferreira.
O diretor artístico do FIMCG, professor Vladimir Silva, exaltou o crescimento do evento. “Passamos de 23 professores, ano passado, para 45 este ano, e dobramos o número de alunos, de 100 para 200”, comemorou, solicitando uma saudação especial às entidades realizadoras do evento e aos músicos do Brasil, Argentina, Áustria, Coreia, Estados Unidos, França, Inglaterra, Israel e Itália que compõem o corpo docente do festival.
O Festival Internacional de Música de Campina Grande é promovido pela UFCG, em conjunto com a UEPB e a Fundação Parque Tecnológico da Paraíba, e prossegue ate o próximo sábado, dia 7, com a participação de 45 músicos professores, de nove países, e cerca de 200 alunos de todo o Brasil.
Assessoria
