O suplente de deputado Expedito Pereira pediu celeridade no julgamento do recurso (agravo regimental) movido pelo prefeito de Bayeux, Jota Júnior, contra a decisão do Tribunal Superior Eleitoral que manteve a sua inelegibilidade por uso da máquina na eleição de 2006. O recurso tramita no Supremo Tribunal Federal (STF).
No dia de ontem foi protocolada no STF uma petição de Expedito Pereira, requerendo preferência no julgamento do agravo regimental. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já havia decidido que não pode cassar o diploma de Jota Júnior, como quer Expedito, enquanto não transitar em julgado a decisão que declarou a sua inelegibilidade.
O pedido foi negado pelo ministro Marcelo Ribeiro, do TSE. Segundo Expedito, o prefeito foi declarado inelegível pela prática de abuso de poder político e econômico, inelegibilidade cujos efeitos tiveram início em 2006 e findam-se em 2009.
Ele lembra que nas eleições municipais de 2008, Jota Junior teve seu registro de candidatura deferido por força de liminar, pois, à época, ainda estava pendente de julgamento recurso ordinário interposto perante o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba.
Lana Caprina
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