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Estelizabel fala sobre novo Código Florestal no Dia do Meio Ambiente

Estelizabel fala sobre novo Código Florestal no Dia do Meio Ambiente

A pré-candidata à Prefeitura de João Pessoa, Estelizabel Bezerra (PSB), falou sobre ‘O novo Código Florestal’, na 4ª edição da Semana do Meio Ambiente, promovido pela UNPBFPB, na noite de terça-feira (5), data que marcou o Dia do Meio Ambiente. Em torno de 400 estudantes de Engenharia Ambiental, professores e visitantes participaram da palestra.

“Como gestora da pasta do Planejamento que fui, sei da importância de manter os códigos florestal, de urbanístico, que ordenam os limites de uso da propriedade e da ocupação do solo, os quais são fundamentais para implementar determinadas ações”, observou sobre o novo Código Florestal, que traz um conjunto de regras sobre a preservação ambiental em propriedades rurais.

Para Estela, o novo Código Florestal vivencia o debate entre ambientalistas que atuam com conceitos que criticam o uso do solo, por exemplo, e os ruralistas, o grupo de produtores afeitos à agricultura e pecuária, os quais necessitam, segundo ela, de parâmetros. “O novo código flexibiliza as leis de preservação ambiental, aproximando-as ainda mais dos interesses ruralistas, entretanto, buscamos equilibre entre as vertentes ambientais para produzir riquezas, sem degradar, o solo, sem desmatar tendo em vista ter áreas suficiente, não necessitando desrespeitar o planeta”, afirmou.

Estela também destacou a respeito de um outro ponto do Código Florestal, que é sobre as bacias uma bacia que considera muito importante, o mais extenso rio urbano da capital paraibana, o Jaguaribe. Ele percorre 21km entre os bairros Esplanada, Cruz das Armas, Varjão, Jaguaribe, Castelo Branco,Manaíra, Tambaú, Bessa e Miramar até desaguar na foz do Rio Paraíba.

“Tanto nas áreas em que ele se estreita, quanto na que o rio se alarga, ele tem sido desrespeitado, sofrendo muito com a descarga de poluentes e lixo, visto que está quase que totalmente dentro de perímetro urbano e muito embora obras de revitalização de seu curso estejam em andamento, a carga de esgotos clandestinos, contudo, continua a ser jogada em seu leito tanto nos bairros populares como nos mais nobres”, citou.

Tolerância – Segundo a socialista, diante do contexto social, a sociedade tem que respeitar as regras e limites, entretanto, sendo mais tolerante. Estamos procurando, buscando ações viáveis, porque existem situações consolidadas, a exemplo da população ribeirinha. “Se não respeitarmos a mata ciliar do rio Jaguaribe não teremos o ar puro para ter a biodiversidade. Sabemos que existe uma população ribeirinha que não pode degradar o rio, mas por outro lado, ela também não pode ser vítima de ações sem um planejamento administrativo coerente”, ressaltou.

 

 

 

Ascom

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