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Embrapa faz evento para combater pirataria do algodão colorido

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Embrapa realiza evento para combater a pirataria do algodão colorido

O algodão colorido, produto desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que vem se consolidando como uma importante fonte de renda para agricultores de todo o nordeste, está enfrentando um sério problema nos últimos meses. Vários produtores estão reclamando da venda de algodão colorido “pirata”. A fibra estaria sendo tingida artificialmente e comercializada como se fosse o algodão colorido natural, desenvolvido na Embrapa Algodão.

Para tentar achar uma solução para essa problemática a Embrapa Algodão vai realizar, na próxima sexta-feira, dia 15, uma reunião que contará com a participação dos empregados da Unidade, representantes do Serviço Brasileiro de Apoio as Micros e Pequenas Empresas (SEBRAE), empresários que trabalham com confecção de roupas à base de algodão colorido e produtores do algodão colorido e do público em geral. A reunião acontece a partir das 14 horas no auditório principal da Unidade.

A supervisora do Setor de Prospecção de Demanda, Articulação e Avaliação de Produtos Tecnológicos da Embrapa Algodão, Virginia de Souza Columbiano Barbosa, explicou a importância dessa reunião para a cadeia produtora do algodão colorido. “Esse problema da pirataria do algodão colorido vem prejudicando muito os produtores que trabalham com a fibra naturalmente tingida. O que está sendo feito é o tingimento artificial, com corantes químicos da pluma do algodão. Depois desse processo, estão comercializando o algodão como se fosse colorido natural, que é o produto desenvolvido pela Embrapa”, declarou.

Essa prática pode ser considerada um crime já que a Embrapa certifica todos os produtos que desenvolve. No caso do algodão colorido a Empresa patenteou uma marca para a comercialização do produto. “A Embrapa criou a marca ‘Algodão Cor Natural’. Essa marca é atribuída aos produtos certificados pela Empresa. Todos levam o selo que garante sua autenticidade e procedência”, acrescentou Virginia. Esses selo de garantia de autenticidade é uma das alternativas para inibir a pirataria que será apresentada na reunião da próxima sexta-feira.

Contatos:

Virginia de Souza Columbiano Barbosa

Analista de Propriedade Intelectual

Supervisora do SPAT – Setor de Prospecção de Demanda, Articulação e Avaliação de Produtos Tecnológicos.

Telefone (83) 3182-4356

Celular (83) 8837-1751

e-mail: [email protected]

 

PB Agora

com Assessoria
 

 

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