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Em defesa dos direitos trabalhistas, professores da UFPB param amanhã

Os professores da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) decidiram nesta terça (14/4) aderir à paralisação nacional dos trabalhadores brasileiros, convocada pelas centrais sindicais para ocorrer na quarta-feira (15/4) em todo o país. A proposta foi aprovada por ampla maioria na assembleia docente realizada pela manhã no auditório da Reitoria, em João Pessoa, e no campus de Bananeiras. A reunião aconteceria também no campus de Areia, mas precisou ser cancelada devido a uma mobilização que está sendo realizada no local.

Para marcar o Dia Nacional de Paralisação, na quarta-feira, sindicatos de diversas categorias de trabalhadores da Paraíba vão promover um ato público, a partir das 9h, com concentração no Parque Solon de Lucena (Lagoa), no Centro de João Pessoa. A Adufpb (Sindicato dos Professores da UFPB) estará presente à atividade e convoca todos os professores a participarem.

O ato seguirá em direção à Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB). Mais de mil trabalhadores e trabalhadoras de várias categorias – entre elas bancários, professores, construção civil, educação, comerciários, servidores municipais e federais – participarão do evento.

O Dia Nacional de Paralisação foi convocado pelas centrais sindicais em resposta à ação da Câmara dos Deputados, que aprovou no dia 8 de abril o Projeto de Lei 4330/04, que libera a terceirização de mão de obra no país. O Andes – Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior convocou toda a base a aderir ao movimento.

De acordo com o presidente da Adufpb, Jaldes Reis de Meneses, este é um momento em que o trabalhador brasileiro deve estar alerta e mobilizado. “Precisamos nos unir para impedir o desmonte dos direitos trabalhistas no Brasil que também atingirá o Serviço Público e a Universidade Brasileira”, declarou.

Além de defender os direitos contra a desregulamentação do trabalho imposto pelo Projeto de Lei 4330, o Dia Nacional de Paralisação será contra as medidas provisórias 664 e 665 adotadas pelo governo Dilma que atacam o seguro desemprego, auxílio doença, pensões, PIS e outros direitos.

 

 

Ascom

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