O Poder Judiciário paraibano passou a ser dirigido, na tarde desta sexta-feira (30), por novos gestores. O novo presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, foi empossado em cerimônia realizada no Teatro Paulo Pontes/ Espaço Cultural José Lins do Rego, junto aos demais integrantes da nova mesa diretora, desembargadores José Ricardo Porto (vice-presidente) e Arnóbio Alves Teodósio (corregedor-geral de Justiça), todos eleitos através do voto direto, em novembro de 2014.
Em seu discurso, além dos desafios da magistratura brasileira, o presidente empossado apontou alguns direcionamentos necessários ao Estado. “Os tribunais precisam melhor se aparelhar, se informatizar, construir fóruns com condições mínimas para a prática dos atos judiciais, ter mais servidores e mais juízes”, afirmou.
“Tenho a intenção de combater as principais mazelas do Judiciário, como a morosidade, a improbidade administrativa, além de cumprir as metas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e impulsionar o Processo Judicial Eletrônico (Pje)”, complementou o presidente.
Ao transmitir a Presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba ao novo gestor, a ex-presidente, desembargadora Fátima Bezerra Cavalcanti, analisou o período em que esteve à frente do Judiciário, destacou a solidificação de ações sociais por meio de projetos implantados em sua gestão (“Conhecendo o Judiciário, “Começar de Novo e “Mulher merece Respeito”) e falou sobre a lição adquirida ao longo dos dois anos de administração judiciária.
“A lição que fica é que não podemos administrar nada sozinhos. É necessária uma gestão compartilhada, com o apoio dos desembargadores, magistrados e todos que fazem a Justiça. Um bom trabalho depende de todos darem as mãos”, pontuou.
As boas-vindas à mesa diretora foram dadas pelo desembargador Romero Marcelo da Fonseca Oliveira, que deixou o cargo de vice-presidente. O discurso foi pautado na confiança que o Tribunal deposita nos novos dirigentes do TJPB.
Duas palavras ganharam evidência na fala do procurador-geral de Justiça, Bertrand Asfora, que discursou em nome do Ministério Público estadual: parceria e resolutividade. “A gestão pública moderna se propõe a criar parcerias em busca de resultados e isso é feito com mais diálogo”. E exemplificou: “Por que não termos um grande programa estadual, onde todos estejam envolvidos no combate à violência e/ou corrupção? Este esforço conjunto é a ideia com a qual temos que trabalhar”, afirmou.
TJPB
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