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Deputado paraibano está entre os 14 parlamentares que vão trabalhar na reforma política

A Câmara dos Deputados divulgou na última semana o grupo de trabalho que terá a tarefa de elaborar, em 90 dias, uma proposta de reforma política, composto por 14 parlamentares. O paraibano Leonardo Gadelha (PSC) foi indicado pelo partido e fará parte dos trabalhos. “Me sinto honrado. Sou o único nome da bancada da Paraíba a compor esta equipe, destinada a estudar e elaborar propostas referentes à Reforma Política e à consulta popular sobre o tema”, disse Gadelha.

 

O grupo de trabalho vai receber sugestões e formular uma proposta que englobe todos os temas relativos à reforma política, que será levada a plenário. Segundo o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, não serão feitos projetos com alterações isoladas, mas sim uma reforma global da legislação eleitoral e política.

 

“Não vamos fazer reforma política de pontos isolados. Vamos fazer um projeto de reforma política em 90 dias, com todos esses temas. Vamos aguardar porque espero que o grupo de trabalho apresente uma proposta de reforma para a Câmara votar”, afirmou.

 

Foram escolhidos os deputados Cândido Vaccarezza (SP), Marcelo Castro (PMDB-PI), Marcus Pestana (PSDB-MG), Guilherme Campos (PSD-SP), Espiridião Amin (PP-SC), Luciano Castro (PR-RR), Rodrigo Maia (DEM-RJ), Júlio Delgado (PSB-MG), Miro Teixeira (PDT-RJ), Antonio Brito (PTB-BA), Leonardo Gadelha (PSC-PB), Manuela D’Ávila (PCdoB-RS), Sandro Alex (PPS-PR) e o relator da reforma política, deputado Henrique Fontana (PT-RS).

 

Leonardo Gadelha explica que existem alguns pontos que o partido já definiu. Tais como a manutenção das coligações proporcionais; a manutenção da reeleição; o fim da figura do suplente de senador; o voto facultativo, e outros temas que ainda serão acordados e deliberados em conjunto com os demais membros do grupo.

 

“Vou expor os pontos de vista do partido, os meus próprios, em caráter pessoal. Por exemplo, defendo que essa consulta popular se dê por intermédio de um referendo e não por um plebiscito, pois acredito que o Congresso Nacional não pode fugir da responsabilidade que é constitucional e que lhe é devida de ele próprio deliberar sobre o tema. A partir desta deliberação, aí sim submeter ao crivo popular por intermédio de um referendo”, explica Gadelha.



Redação com Assessoria

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