Em função da falta de terreno para a construção e estruturação de uma sede para a Delegacia Especial da Mulher, as mulheres vítimas de violência doméstica do município de Cajazeiras são obrigadas a utilizar a péssima estrutura física e o mínimo de material humano que a unidade especializada da cidade dispõe.
Atualmente, a Delegacia Especial da Mulher funciona precariamente no prédio da 1° e 2° Delegacias Distritais. Sensíveis a essa problemática, os deputados estaduais Jeová Campos e Rodrigo Soares, ambos do PT, encaminharam, ainda no primeiro semestre de 2009, um ofício à Secretaria de Segurança Pública do Estado requerendo a padronização da sede da unidade policial em conformidade com as Normas Técnicas de Padronização das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMS).
Cubículo
O requerimento dos parlamentares surgiu do descaso enfrentado pela população sertaneja, que na ocasião da comemoração do último dia internacional da mulher, em 08/03/2009, denunciou as péssimas condições das instalações da delegacia feminina da cidade, reivindicando a atenção das autoridades públicas para o órgão que assiste a classe feminina local e de cerca de 17 municípios da região. De acordo com o deputado Jeová Campos, a delegacia foi “despejada” do prédio onde funcionava, já em precárias condições físicas e de higiene e, atualmente, funciona em um cubículo, na sede das Delegacias Distritais da cidade, onde mal cabem duas pessoas.
Própria ou alugada
De acordo com o delegado da 9° Delegacia Distrital, Dr. Francisco Celeste dos Santos, uma avaliação sobre a atual delegacia feminina já foi encaminhada à Secretaria de Segurança Pública. “Recebemos um despacho da Secretaria para que tomássemos conhecimento da solicitação e elaborássemos uma avaliação das necessidades. Tendo realizado essa avaliação, enviei novamente à Secretaria, destacando a urgência de um terreno, que poderia ser doado inclusive pela Prefeitura da cidade, para a construção da sede”, esclareceu o delegado, que ainda apontou outra saída. “O que se poderia fazer também era alugar um prédio temporariamente enquanto se resolve a questão. O que não pode é continuar assim”, completou ele.
Assessoria
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