Por pbagora.com.br

As vistorias e análises de riscos em estruturas prediais de Campina Grande, de acordo com o coordenador da Defesa Civil Municipal, Ruiter Sansão terão continuidade e serão intensificadas durante  o ano de 2020.

Em 2019, a Defesa Civil por recomendação do Ministério Público e Curadoria do Meio Ambiente, a partir de janeiro iniciou a fiscalização em marquises que apresentavam riscos de desabamento ou desmoronamento.

Segundo Ruiter Sansão, de pronto foi montada uma equipe técnica, com a participação de fiscal e engenheiro da Secretaria de Obras da Prefeitura e dois agentes da Defesa Civil. “Esse trabalho vinha sendo realizado desde outubro de 2018 e foi fortalecido a partir de janeiro de 2019”.

O trabalho de análise começou nos prédios da Feira Central e depois estendido para o Centro da cidade, e desta vez com uma equipe maior.

Foram analisados e notificados 120 imóveis. Ruiter informa que “de 60% a 70% das pessoas notificadas fizeram as correções indicadas pela equipe de engenharia da Prefeitura. Esse trabalho que sempre era feito nos meses de janeiro, fevereiro e março, desta feita com o engajamento do Ministério Público que veio fortalecer o trabalho. Em anos anteriores, a gente observava que os responsáveis pelos imóveis na maioria das vezes não atendia as recomendações da Defesa Civil ou da Prefeitura”.

O Ministério Público determinou que, no caso do não atendimento as observações para a melhoria dos imóveis, com o objetivo de evitar possíveis acidentes, que fossem abertos procedimentos via judicial.

A Defesa Civil registrou uma redução de chamadas através do telefone 199 desde 2013 por conta da estiagem e chuva escassas na região.

Durante 2019 a Defesa Civil Municipal acompanhou algumas ocorrências com o Corpo de Bombeiros em relação a incêndios para uma avaliação após o sinistro.

Além dos serviços com relação ao abastecimento alternativo através da Operação Carro-Pipa foi desenvolvido o Projeto Defesa Civil na Escola em 2019, sendo atendidas 22 escolas do Sistema Municipal de Educação. Em 2020, segundo Ruiter Sansão, o Projeto deve ser estendido as escolas de Ensino Médio principalmente da Zona Rural.

O projeto objetiva apresentar aos alunos do ensino fundamental, conhecimentos relacionados ao abastecimento alternativo, o uso racional da água e principalmente os direitos a uma água potável.

Ruiter Sansão verificou através do projeto, que poucas escolas têm o conhecimento do atendimento emergencial do CEATOX – Centro de Atendimento Toxicológico, que funciona no Hospital de Traumas, e para que serve.

A Defesa Civil  em parceria com a Coordenadoria do Meio Ambiente verifica as árvores em risco de tombamento. Em 2019 foram registradas 145 solicitações.

PB Agora

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