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Defesa Civil amanhece em alerta em CG

 A Defesa Civil amanheceu em alerta em Campina Grande nesta terça-feira (04). Por conta das chuvas registradas nas últimas 24h, a DC registrou 41 chamadas de pessoas que residem próximas de pontos de alagamentos. Uma equipe passou todo o dia de segunda-feira trabalhando e a noite de plantão. No Bairro do Cruzeiro, várias ruas ficaram inundadas e os moradores tiveram que acionar o órgão. Campina Grande tem atualmente 22 áreas de risco de acordo com o mapeamento feito pela Defesa Civil. Segundo a Agência Executiva de Gestão das Águas choveu em Campina Grande somente na segunda-feira 40 milímetros.
De acordo com o coordenador do órgão Ruiter Sansão, a Defesa Civil continua em estado de alerta nesta terça-feira e deverá visitar novamente as áreas de risco na cidade.

 

Segundo o coordenador da Defesa Civil, Ruiter Sanção, as secretarias de Obras, Serviços Urbanos e Assistência Social do Município já começaram a se mobilizar no intuito de prevenir tragédias durante o período de chuva.
“O trabalho que continuamos fazendo é um esforço conjunto entre as secretarias, Defesa Civil e representantes das sociedades de amigos de bairros (SAB) e assim nós pudemos realizar um mapeamento de áreas onde poderão acontecer alagamentos durante as chuvas. Dessa forma, as secretarias também já estão iniciando um trabalho de limpeza de canais e desobstrução de galerias para facilitar o escoamento da água” explicou.

Ele explicou que nem todos os pontos de alagamento estão localizados em áreas de risco, mas que mesmo assim, devem ser administrados com muito cuidado. “Um ponto que passou a ser susceptível está localizado no bairro do Catolé, conhecido como ‘Grotão do Catolé’, nas proximidades da duplicação da BR-230. Oito casas localizadas em frente ao supermercado Macro passaram a fazer parte de um ponto de alagamento.
O coordenador explicou que os pontos de alagamento são gargalos, onde a água das chuvas acaba se acumulando se não houver um serviço de manutenção de drenagem eficiente.

Ruiter Sansão observou ainda que apesar do período de chuvas ser iniciado entre maio e abril, de acordo com o histórico da cidade, é possível que aconteçam pancadas de chuvas em fevereiro e março.

“Essas chuvas são fortes e podem acontecer em dias seguidos ou alternados”, frisou. O coordenador acrescentou dizendo que será realizada uma fiscalização nas marquises da área central da cidade. A ideia também é prevenir acidentes em consequência das chuvas.

 

De acordo com o mapeamento feito pela DC são consideradas áreas de risco em Campina Grande – suscetíveis a alagamentos -, parte do bairro Três Irmãs, a Rua Fortaleza – bairro Santa Cruz (Ponte do Cruzeiro); Canal das Piabas – Rosa Mística – a comunidade São Januário, a Vila da Fap – bairro do Araxá -; o Canal do Pedregal – rua São Gonçalo – e o Mutirão do Serrotão.

 

Já os pontos de alagamentos são registrados na rua Tianguá – bairro das Cidades -; rua Aratuba – bairro das Cidades -; comunidade Zé Batista – bairro da Catingueira -; Vila dos Teimosos – bairro Bodocongó – ; Grotão do Catolé; Travessa Santa Luzia – bairro Estação Velha -; Canal das Piabas – Rosa Mística – ; comunidade São Januário; Invasão no Distrito dos Mecânicos; Invasão da ‘Dayse’ – bairro da Catingueira – e rua São Gonçalo nas margens do Canal do Pedregal.

Severino Lopes

PBAgora

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