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Daniella Ribeiro apresenta propostas na área de defesa dos direitos das mulheres

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Entendendo que a gestão municipal deve focar em diversas áreas, não somente em setores nos quais os resultados são percebidos com mais facilidade, a exemplo das ações de infraestrutura, a candidata a prefeita de Campina Grande, Daniella Ribeiro, da coligação “Pra Campina Crescer em Paz”, apresentou 11 propostas principais na defesa dos direitos das mulheres.

 

Essas propostas são resultado de um amplo debate com a sociedade civil organizada e com os que apoiam Daniella, estejam dentro do arco de aliança ou não. “Essa é a marca da nossa campanha e da nossa futura gestão, o diálogo permanente com os diversos setores da sociedade. E essas propostas são fruto do contato com as entidades que lidam diretamente na defesa dos direitos das mulheres”, destacou a candidata.

 

As ações a serem implementadas são as seguintes:

 

1 – Criar, a exemplo do governo federal, a Secretaria de Políticas para as Mulheres;

 

2 – Fortalecer os organismos municipais de políticas para as mulheres, ampliando orçamento, estrutura e equipe multidisciplinar;

 

3 – Proporcionar condições para funcionamento da casa de acolhimento emergencial às mulheres em situação de violência doméstica, com atendimento 24 horas e equipe multidisciplinar;

 

4 – Adotar com estratégia de gestão, ações intersetoriais que contribuam para a erradicação da violência de gênero;

 

5 – Criar um fundo municipal de apoio às ações de enfrentamento à violência contra a mulher;

 

6 – Estabelecer parcerias com as universidades públicas para formação de educadores inclusivos e com as escolas públicas para adoção dos temas transversais;

 

7 – Ampliar o número de creches para que as trabalhadoras possam deixar seus filhos em condições seguras e adequadas para o seu pleno desenvolvimento;

 

8 – Ampliar as ações de qualificação profissional, alfabetização e elevação da escolaridade para as trabalhadoras domésticas;

 

9 – Criar um programa de microcrédito gerenciado pela Coordenação de Políticas para as Mulheres;

 

 

10 – Adotar políticas afirmativas para as mulheres negras, com deficiência e idosas;

 

11 – Fortalecer os espaços de participação e controle social sobre as políticas, como conselhos e conferências.

Fonte: Assessoria

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