O Deputado Federal Luiz Couto declarou na tarde desta quinta-feira (12) durante entrevista ao programa Correio Debate, do Sistema Correio de Comunicação, que a morte de “Zé Parafina”, executor do advogado Manoel Mattos morto a tiros na praia de Pitimbu, já foi encomendada pelo grupo de extermínio a qual pertence.

Segundo Luiz Couto, a morte de “Zé Parafina” serviria como “queima de arquivo”, uma vez que após ter sido preso, “Zé Parafina” pode revelar importantes informações sobre grupos de extermínio que agem na região Sul da Mata Paraibana e região Norte da Mata Pernambucana.

“Um preso que estava detido com “Parafina” iria realizar a execução como de houvesse ocorrido um suicídio”, revelo o deputado.

Ainda durante entrevista Luiz Couto declarou que definitivamente o caso que envolve a morte de Mattos não foi totalmente elucidado. Segundo Couto, a tese de vingança levantada pelo delegado Walter Brandão, designado em caráter especial para investigar o caso, não possui qualquer fundamento.

“Mattos foi assassinado porque denunciou a existência de grupos de extermínio, o caso não possui qualquer ligação com vingança, até mesmo porque a vítima já vinha sendo ameaçada há vários anos”, esclareceu o deputado.

Thiago Moraes

 

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