Foto: divulgação - prefeitura de Bom Jesus
O cidadão que se encontra em situação de vulnerabilidade ou risco social tem o direito de ser amparado pelo Sistema Único de Assistência Social (SUAS), política pública vinculada ao Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). O sistema é responsável por organizar e executar os serviços de acolhimento e proteção social em todo o país.
Na Paraíba, essa rede é formada por 271 Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), o que corresponde a 3,2% do total de unidades existentes no Brasil, segundo dados do Censo SUAS. Os CRAS são a principal porta de entrada para o sistema e atuam diretamente na orientação, acolhimento e encaminhamento da população aos serviços socioassistenciais.
Em âmbito nacional, somente em 2024, os CRAS realizaram cerca de 40 milhões de atendimentos e contabilizaram aproximadamente 220 mil pessoas acolhidas institucionalmente, conforme dados do MDS. O SUAS está presente em cerca de 99% dos municípios brasileiros, com mais de 8 mil CRAS em funcionamento, demonstrando a capilaridade da política pública — realidade que também se reflete na Paraíba, com unidades distribuídas por todas as regiões do estado.
Para facilitar o acesso da população aos serviços, o ministério disponibiliza o Mapa Social, ferramenta pública e interativa que permite localizar os CRAS e demais equipamentos da rede socioassistencial.
Nos CRAS, a população é atendida principalmente pelo Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF), que desenvolve um trabalho social continuado com foco em:
Além do acompanhamento familiar, os CRAS são responsáveis pelo registro e atualização do Cadastro Único (CadÚnico), instrumento essencial para o acesso a programas como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC). Nessas unidades, os cidadãos também podem:
De acordo com Rosilene Rocha, gerente de projeto da Secretaria Nacional de Assistência Social (SNAS), o CRAS atua de forma preventiva e mobilizadora. “O CRAS faz uma espécie de prevenção e mobilização: mobilização para as situações de risco e prevenção para que não se instalem vulnerabilidades nas famílias e comunidades”, explica.
A gestora reforça que qualquer cidadão pode acessar o SUAS, independentemente da renda. Embora haja prioridade para famílias de baixa renda, a vulnerabilidade social vai além da pobreza. “Há, por exemplo, mulheres de classe média que sofrem violência doméstica, situação que as coloca em vulnerabilidade”, destaca.
Redação com Brasil61
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