Foi aprovado por unanimidade na manhã desta quinta-feira (18), na Câmara Municipal de João Pessoa, o Requerimento de Nº 093/2014, de autoria do vereador Ubiratan Pereira – Bira (PT), que propõe “Voto de Aplausos” ao professor, jornalista e produtor cultural, Lúcio Vilar, pela realização do 9º Festival Aruanda do Audiovisual Brasileiro. Para Bira, que prestigiou o encerramento da edição 2014 do referido evento cultural, ocorrida na noite dessa quarta-feira (17), na Capital, a propositura ao seu idealizador, é extremamente justa, uma vez que com o empenho de Lúcio Vilar, o evento já é consolidado, genuinamente, como o festival paraibano de Cinema e Vídeo e uma das mais importantes vitrines da produção audiovisual nacional.
“Nada mais justo que reconhecermos e valorizarmos o trabalho de pessoas como a de Lúcio Vilar que, através do Festival Aruanda, venha estimular a produção audiovisual na Paraíba e na região Nordeste, buscando a interlocução com o resto do país, com um espaço assegurado ao curta e ao longa-metragem e, especialmente, ao cinema documentário, marca da nossa cinematografia local”, enfatizou Bira.
Também tramita na “Casa Napoleão Laureano”, um Projeto de Decreto Legislativo, de autoria do vereador Bira, que concede ao idealizador, coordenador-geral e produtor-executivo do Festival Aruanda do Audiovisual Brasileiro, Lúcio Vilar, a Comenda Ariano Suassuna, como forma de reconhecimento pela sua inestimável contribuição à cultura local, regional e brasileira.
Sobre o homenageado
Lúcio Vilar é paraibano, graduado pela Universidade Federal da Paraíba, onde é docente do Departamento de Mídias Digitais; jornalista com produção audiovisual na área do documentário pós-graduado (nível Mestrado) pela Escola de Comunicações e Artes/ECA-USP. Desde agosto de 2010, é doutorando do programa Meios e Processos Audiovisuais da ECA-USP com pesquisa focada nas matrizes culturais do documentarismo paraibano no contexto do cinema brasileiro no século XX, sob orientação da docente Marília Franco.
É autor do livro “Janelas da Sedução Cotidiana” (sua dissertação) e co-organizador, ao lado do jornalista Antonio Vicente Filho, da coletânea “Menino de Engenho – 40 anos depois” (Ed. UFPB, 2007). Produziu, roteirizou e dirigiu os documentários “Pastor de Ondas” (2003), “O menino e a bagaceira” (2004), “Aruandando” (2005); “Camará – O que eu seu contar é isso!” (2007), “O fio da memória” (2008), “Kohbac – A maldição da câmera vermelha” (2009), “Doc Correio, 60 anos” (2013) e “O Homem é Pedro” (2014).
Foi secretário de Cultura do município de C
ajazeiras-PB, exercício de 1996, e diretor-executivo da Funjope, na Capital do Estado, exercício de 2012. É idealizador, coordenador-geral e produtor-executivo do Festival Aruanda do Audiovisual Brasileiro que esse ano chega à sua nona edição, instituído pelo Núcleo de Estudos, Pesquisa e Produção Audiovisual (Neppau).
Assessoria de Imprensa
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