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Chuvas causam estragos em CG e Defesa  Civil passa dia em alerta

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A impressão que ficou é que um tsunami passou por Campina Grande. Queda de árvores, casas derrubadas, muros caídos, inundações e alagamentos registrados em vários bairros da cidade. As fortes chuvas que caíram na cidade na noite desta sexta-feira, e madrugada deste sábado deixaram estragos e um rastro de destruição. Os prejuízos, foram considerados incalculáveis por alguns moradores.

De acordo com a Defesa Civil, o bairro mais afetado foi Alto Branco, que recebeu 76mm de chuvas. O alerta para este sábado permanece.

Em vários bairros de Campina Grande, as galerias e canais transbordaram e as inundações foram inevitáveis.  No Jardim Paulistano pelo menos quatro casas foram inundadas com as forças das águas. Na Palmeiras quatro casas desmoronaram.  Pelo menos 30 muros caíram em Campina Grande em duas horas de chuvas. A Defesa Civil recebeu mais de 80 chamados, a maioria por inundações, queda de muros e árvores, e passou toda a manhã deste sábado em estado de alerta.

O Coordenação de DC, Ruiter Sansão observou agora a pouco, que existe alerta de  mais chuvas para Campina Grande nas próximas horas e durante o período do carnaval.

A Defesa Civil registrou mais de trinta pontos de alagamentos e desabamentos na cidade. Ruas ficaram intransitáveis e pessoas impossibilitadas de chegarem ou saírem de suas casas. Segundo a Ruiter Sansão, coordenador da Defesa Civil em Campina Grande, famílias não ficaram desabrigadas. Elas foram retiradas de suas casas, mas quando a água baixou de nível, retornaram. No bairro Jardim Paulistano, oito casas foram afetadas pelas chuvas. No viaduto Epitácio Pessoa, a água voltou e alagou uma garagem.

Os bairros Jardim Paulistano, Liberdade e Catolé receberem 53mm de chuvas, Malvinas/Bodocongó atingiu um índice pluviométrico de 52mm, no Distrito dos Mecânico choveu 46mm, em Catingueira 32mm e em Mutirão 31mm.

 

A Defesa Civil de Campina Grande ainda emite um alerta para o município de Monteiro, devido a chegada das chuvas e das águas do Rio São Francisco. “Por conta do aumento do volume das águas, tanto da transposição, quanto de chuvas na região, aumenta o risco de afogamentos principalmente em período carnavalesco”, explicou Ruiter Sansão.

Severino Lopes

PB Agora

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