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Charliton diz que tucanos repreesentam o ódio aos pobres

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 Em Artigo, Charliton fala do conservadorismo da política brasileira

 

“O fato é que o tucanato da Av. Paulista nunca se conformou em ter um torneiro mecânico governando uma nação”

 

Seguindo a rotina de publicar artigos nas suas Redes Sociais, o professor Charliton Machado, presidente estadual do PT da Paraíba e pré-candidato do PT de João Pessoa nas eleições deste ano, escolheu como tema o “sintomas do conservadorismo da política brasileira”.

 

Em seu texto, o professor cita como exemplo o Projeto de Lei do deputado federal Bruno Covas (PSDB/SP) que propõe a exigência de curso superior para ministros de Estado, colocando que neste ato está explícito o preconceito elitista e o “ranço, ódio e perseguição ao ex-presidente Lula, único a quebrar esse regramento cultural de sucessão elitista dos bacharéis na política”.

 

No penúltimo parágrafo do artigo, Charliton Machado usou dados do DataFolha para dizer que “no governo Lula, 28 milhões de pessoas saíram da miséria”, e que “o legado do presidente “analfabeto” foi, é e será infinitamente maior do que dos seus antecessores engravatados”.

 

Lei abaixo o artigo completo:

PSDB REPRESENTA ÓDIO AOS MAIS POBRES NA POLÍTICA (por Charliton Machado)

 

Ao apresentar um PL propondo a exigência de curso superior para ministros de Estado, o deputado federal Bruno Covas (PSDB/SP) apenas externa dois grandes sintomas do conservadorismo da política brasileira. O primeiro, puro preconceito elitista, que advém das tradições históricas do império e da república, quando os filhos engravatados do poder econômico eram os únicos escolhidos para governar o destino da maioria do povo.

 

O segundo, ranço, ódio e perseguição ao ex-presidente Lula, único a quebrar esse regramento cultural de sucessão elitista dos bacharéis na política. O fato é que o tucanato da Av. Paulista nunca se conformou em ter um torneiro mecânico governando uma nação de históricas desigualdades sociais e hierarquias “naturalizadas”. Nessa ótica, cabia ao “cidadão analfabeto” tão somente a condição de eleitor obediente da ordem.

 

As últimas pesquisas do DataFolha demonstram que o legado do presidente “analfabeto” foi, é e será infinitamente maior do que dos seus antecessores engravatados. No governo Lula, 28 milhões de pessoas saíram da miséria. As Universidades públicas/privadas, IFES, além da expansão, ampliaram nas condições de oportunidades aos mais pobres com PROUNI, REUNI, FIES, etc.

 

Sem exageros, podemos afirmar que em 500 anos, essa mesma elite raivosa cuidou apenas de acomodar os interesses da educação dos seus próprios filhos. Como diz Mário Quintana “Os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não lêem”.
 



Redação

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