Crianças da vizinhança do local onde ocorreu a chacina no Rangel, há oitos dias, terão acompanhamento psicológico e assistência social por estarem traumatizadas com o ocorrido. Segundo o conselheiro tutelar da Região Sudeste, Antônio de Pádua, algumas crianças não estão dormindo à noite nem conseguindo ir à escola. Devido ao estado de choque, o Conselho não tem previsão de quando o garoto que presenciou a morte da família poderá falar com a polícia.
De acordo com o conselheiro Pádua, o órgão encaminhou uma solicitação para que as crianças sejam atendidas pelo Centro da Referência de Assistência Social (Cras), localizado no Cristo. Em acompanhamento à família das vítimas, Pádua teve contato com os moradores do local e ouviu as queixas de famílias preocupadas com a repercussão do caso na vida das crianças que moram nas proximidades da casa onde a chacina ocorreu. “Muitas mães estão preocupadas porque as crianças não dormem direito, tem pesadelos e por medo não têm saído de casa para ir à escola”, disse o conselheiro.
Jornal Correio
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