O Centro Cultural da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), em parceria com a Associart, inaugura nesta quinta-feira (12), às 16h, a exposição ‘O Outro Eu’, uma homenagem ao centenário do artista Arthur Bispo do Rosário e ao artista Carybé. A exposição integra o ‘8º Festival de Artes Visuais da Paraíba’, o Favi, promovido pela Associação dos Artistas Plásticos Paraibanos (Associart-PB).
Essa movimentação no cenário das artes visuais da Capital paraibana teve início em vários pontos da cidade no dia 6 e vai até 31 de maio, tendo como objetivos principais a valorização dos artistas locais e a busca da implantação de políticas públicas para disseminação das artes visuais.
“Mostramos uma diversidade muito importante, como cada um tem um jeito singular de olhar o mundo, de ver as coisas que estão a sua volta. Por isso estamos homenageando, no Centro Cultural, dois artistas de olhar peculiar sobre o mundo. O tema é livre das outras obras para dar liberdade aos artistas criarem seus trabalhos a partir do foco na visão particular, que registra formas, cores e emoções”, revelou, o presidente da Associart, Dadá Venceslau.
Participam das exposições e das oficinas os seguintes artistas: Ana Lúcia Pinto, Antônio Cláudio Massa, Célia Romeiro, Dadá Venceslau, Evanice Santos, Eliakim Queiroz, Fernanda Rolim, Fábio de Brito, Fátima Queiroga, Hector Molina, José Otávio Porpino, Marletti Assis, Nadja Anjos, Nené Cavalcanti, Percy Fragoso, Selma Sanches e Wílson Figueiredo. E também foram convidados os artistas Lu Maia, Maurise Quaresma, Maurílio Estrela e Magali Gomes de Barros.
Bispo do Rosário
Considerado pela crítica um dos principais artistas brasileiros do século XX, Arthur Bispo do Rosário é saudado nacional e internacionalmente, sendo apreciado por um público ainda restrito a intelectuais por representar movimento de vanguarda, com bases intuitivas. Nasceu em Japaratuba, Sergipe, no ano de 1909 e faleceu em 1989, no Rio de Janeiro.
Começou a produzir, de forma praticamente ininterrupta, a partir dos anos 40, e nesse trabalho incluiu elementos pop, movimento estético que só surgiria na Inglaterra por volta da década de 1960. Após exercer diversas atividades por onde passou, de marinheiro a empregado doméstico, Bispo sofre alucinações a partir de 1938 e começa a peregrinar pelas ruas do Rio de Janeiro até ser preso como indigente e demente e após ser diagnosticado como portador de esquizofrenia paranóide e a partir de então começa a produzir trabalhos artísticos.
Estima-se que elaborou cerca de mil peças, que permaneceram como propriedade da Colônia Juliano Moreira, no Rio de Janeiro, hoje desativada como instituição manicomial e transformada no Museu Arthur Bispo do Rosário.
Carybé
Hector Júlio Paride Carybe, conhecido como Carybé, foi um importante astista plástico argentino, naturalizado brasileiro. Nasceu na cidade de Lanus, na Argentina, em 7 de fevereiro de 1911, e faleceu em Salvador, na Bahia, em 2 de outubro de 1997.
Apaixonado pela Bahia, o artista realizou obras que valorizavam a cultura baiana: os rituais afro-brasileiros, a capoeira, as belezas naturais e arquitetônicas. Fez a capa de livros para escritores como Jorge Amado, Mário de Andrade e Gabriel Garcia Márquez.
Secom-JP
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