Campina está fora do risco de surto de dengue, mas Prefeitura reforça ações de combate à doença
Apesar de Campina Grande estar fora do risco de surto de dengue, conforme números divulgados pelo Ministério da Saúde nesta segunda-feira, 13, a Secretaria Municipal de Saúde, através da Vigilância Ambiental em Saúde, continua o trabalho de intensificação de combate ao Aedes aegypti, o mosquito transmissor da dengue. Nesta terça-feira, 14, os técnicos do setor de Educação em Saúde e Zoonose realizaram mais uma mobilização pelo Jardim Continental, que no último LIRAa (Levantamento do Índice de Infestação Rápido do Aedes aegypti), obteve índice de infestação de 3,09%, que coloca o bairro em situação de alerta. O LIRAa é um levantamento que permite identificar onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito transmissor.
Nesta quarta-feira, 15, a partir das 9h, a programação será realizada nos Cuités, bairro vizinho ao Jardim Continental, com uma reunião na SAB, entre os técnicos de Educação em Saúde e os ACS (Agentes Comunitários de Saúde). Também nesta quarta-feira, a partir das 13h30, na UBSF (Unidade Básica de Saúde da Família) Conceição, a dengue será o tema abordado em uma palestra com os pacientes da unidade de saúde acompanhados pelo Hiperdia (Hipertensão e Diabetes), onde eles serão orientados sobre os cuidados que devem ter dentro das suas casas para evitar a proliferação do mosquito transmissor da dengue.
A orientação é fundamental porque, de acordo com o primeiro LIRAa deste ano, 73,5% das larvas do mosquito foram encontradas em depósitos como tonéis, tanques e cisternas de residências. Os números satisfatórios em Campina Grande podem ser atribuídos ao trabalho que vem sendo realizado pelos Agentes de Combate às Endemias e Agentes de Vigilância Ambiental, além da participação da população, que está mais consciente, mas deve manter os cuidados, explicou a gerente de Vigilância Ambiental em Saúde, Maria José dos Santos.
“Mesmo nos bairros onde o índice de infestação foi baixo, as ações continuam sendo realizadas de forma rotineira”, explicou Maria José, acrescentando que as ações incluem tratamento focal com larvicida, peixamento, recolhimento de pneus, visitas a cemitérios e orientações para a população sobre os riscos de deixar depósitos com água sem os devidos cuidados.
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