O gerente regional da Cagepa, Simão Almeida, não descartou nesta segunda-feira, 23, a possibilidade de solicitar o empenho da força policial para coibir o uso indevido da água, em Boqueirão, pelos irrigantes. Entretanto, ele afirma que a maior defesa é pelo diálogo com as pessoas.
– A gente sempre defende o diálogo, para que primeiro seja feita a constatação, em seguida a reunião, com essas pessoas que estejam fazendo a prática. Se existir, que é uma prática danosa, iremos tomar as medidas necessárias como acionar a polícia ambiental ou qualquer outro tipo – alertou o gerente.
Construído pelo Departamento Nacional de Obras Contra a Secas (Dnocs).há mais de 50 anos, o açude de Boqueirão abastece Campina Grande e mais 19 municípios do Compartimento da Borborema.
DENÚNCIAS
apesar da proibição da ANA, a água de Boqueirão continuaria sendo usada indiscriminadamente. Pelo menos foi o que alertou o ecologista Roberto Almeida, membro na Paraíba do Greenpeace. Em meio à ameaça da necessidade de racionamento de água no Açude Epitácio Pessoa, irrigantes segundo denunciou o ambientalista, estariam usando de forma indiscriminada a água do manancial, sem qualquer controle.
Redação








