Por pbagora.com.br
Foto: Codecom / PMCG

Prefeito pede a ampliação da imunização a todos os profissionais de saúde no Município, mais medicamentos e R$ 4,6 milhões para atendimento oncológico

O prefeito Bruno Cunha Lima formulou oficialmente três pedidos ao ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante sua passagem por Campina Grande, na manhã deste sábado, 17: uma maior disponibilização de vacinas para os profissionais de saúde do Município, reforço na aquisição de medicamentos e ampliação no repasse de recursos, na ordem de R$ 4,6 milhões, para o tratamento do câncer.

Em relação às vacinas, Bruno Cunha Lima solicita a alteração do quantitativo de profissionais de saúde do Município, na base de dados do Ministério e no Plano Nacional de Imunização (PNI), de forma que a cidade possa receber a compensação do número de doses recebidas e, assim, ampliar a vacinação para todos os profissionais da área.

De acordo com o documento entregue ao ministro, por conta da pandemia do novo coronavírus, o número de profissionais de saúde em Campina Grande passou de 11.883 para 21 mil e a quantidade de doses que a cidade vem recebendo não foi atualizada. Feita a compensação, o Município poderá imunizar, já nesta etapa da campanha, todos os profissionais da área de saúde e não só os que estão na linha de frente do combate à covid, como vem ocorrendo.

Foto: Codecom / PMCG

Reforço de medicamentos

Em outro documento, o prefeito apresentou ao ministro Marcelo Queiroga um relatório detalhado sobre a situação da Rede de Abastecimento Farmacêutico do Município, no tocante ao enfrentamento à covid. O relatório aponta, entre outros pontos, o crescimento significativo da demanda por medicamentos, materiais médicos hospitalares e Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e a consequente dificuldade na aquisição desses materiais, por não haver fornecedores que disponibilizem estoques suficientes para suprir toda a demanda.

Verba para oncologia

Em outro documento, o prefeito Bruno Cunha Lima resume a situação do setor de oncologia na cidade, sobretudo no que diz respeito à limitação dos recursos financeiros, em detrimento da demanda cada vez mais crescente, o que acaba comprometendo o atendimento. Neste sentido, Bruno solicitou uma nova recomposição, em caráter imediato, do teto financeiro de oncologia clínica, cirúrgica e ambulatorial, para o Município.

O documento entregue a Marcelo Queiroga mostra que, com base na produção executada, no período de janeiro a setembro de 2020, o município acumula um déficit que ultrapassa os R$ 4,6 milhões.

 

Codecom / PMCG

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