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Brasil à deriva: impostos altos, economia fraca e um povo exausto!

Num país estagnado em diversas áreas, sobretudo na economia, o povo geme e chora. Quando a nação deixa de produzir, grandes indústrias começam a fechar as portas especialmente empresas estrangeiras e os médios e pequenos negócios passam a evaporar-se.

Diante desse cenário, o que faz um governante de viés socialista-comunista? Multiplica impostos em todas as frentes. É como se arrancasse, dia após dia, a pele do próprio povo. A inflação pode até aparentar estabilidade, mas os impostos abusivos, embutidos nos preços e criados continuamente para cobrir dívidas e rombos sucessivos, empurram a população ao limite da exaustão.

Nesse ambiente sufocante, crescem os roubos, assaltos, sequestros, a pilantragem e outras mazelas sociais, que se infiltram nas comunidades e impõem flagelo à população. O caos social não surge do nada; ele é alimentado por escolhas políticas equivocadas e pela ausência de responsabilidade fiscal.

Circulam comentários de que Fernando Haddad, ministro da Economia, poderia deixar o cargo ainda este ano para disputar algum projeto eleitoral algo que, se confirmado, caberá ao eleitor mal informado julgar nas urnas no dia 4 de outubro. O risco é grande de que, mais uma vez, tudo continue exatamente como está.

Quanto a Luiz Inácio Lula da Silva, o país terá de suportar seu governo até o fim do mandato, que se encerra em 4 de janeiro de 2027, com a posse do próximo presidente ocorrendo em 5 de janeiro de 2027.

Na prática, Lula nunca esteve firme no controle desse barco chamado Brasil. Foi colocado ali quando sequer pediu, sustentado por um sistema no qual a Câmara dos Deputados e o Senado estão, em grande parte, ocupados por oportunistas de plantão; um Judiciário anestesiado e submetido ao próprio sistema, desfrutando de benesses generosas; enquanto o povão, com a voz rouca de tanto gemer nas ruas, que exploda.

Elcio Nunes
Cidadão Brasileiro


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